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Você comete esses 4 erros na sua empresa

Muitas vezes nos acomodamos com algumas atitudes e acabamos deixando de lado atitudes importantes no dia a dia das empresas. Descubra se você comete esses erros e entenda maneiras de melhorar.

Não perguntar ou chamar seu cliente pelo nome

Muitas pessoas não sabem, mas tratando o outro pelo nome você demonstra que conhece a pessoa e gera um sentido de importância para ela.

O Som do nosso nome é uma espécie de gatilho mental, que faz vibrar nossa energia corporal fazendo com que nosso cérebro entre em ação e comece a participar de uma conversa.

Um estudo realizado na Universidade do Texas, Estados Unidos, comprovou que o nome de uma pessoa é o som mais agradável para ela. Por exemplo: Você está em uma praça de alimentação em um shopping, sábado à tarde e de repente ouve seu nome, o que você faz? Imediatamente olha para trás e procura quem o chamou, não é mesmo? Imagine agora o impacto de mencionar o nome do seu cliente, durante seu atendimento?

Deixar de investir em treinamentos

 Quando se lida com clientes por telefone ou presencialmente é preciso que toda a equipe esteja alinhada e com um pensamento de trabalho em equipe. Muitas Micro, Pequenas, Médias e Grandes empresas, perdem fortunas diariamente por não treinar, motivar e capacitar seus profissionais. Você pode não acreditar, mas seu cliente sente essa diferença quando está em uma negociação e percebendo isso, eles se propõem a investir um pouco mais, só por ter tido prazer de ser muito bem atendido.

Valorizar o pagamento mais que o atendimento

Um erro rotineiro é achar que, só porque o cliente paga em dia, e o serviço é prestado como prometido não há necessidade para preocupações. Na verdade, garantir um atendimento personalizado e sempre buscar solucionar os problemas que surgem frequentemente ajuda a estreitar a relação de empresa x cliente. É necessário focar em deixar seu cliente sempre satisfeito e não simplesmente focar em quando será o próximo pagamento.

Não agradecer a um cliente por dar feedback

Quantos clientes pensam que seu produto falha em algum aspecto e não dizem nada a respeito? Assim como a reclamação, o feedback é o melhor presente que um cliente pode nos dar (além de seu dinheiro!) Faça um grande pós-venda e mostre preocupação com o grau de satisfação do seu cliente depois do processo de compra.

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua melhor fonte de aprendizado. ”

– Bill Gates

Departamento Comercial x Departamento de Marketing

Ainda é bastante comum ver pessoas que fazem confusão entre as características e funções de um Departamento de Marketing e o Departamento Comercial. As duas áreas apresentam características semelhantes e se completam, sendo o Departamento de Marketing um potencializador das ações da área Comercial.  Para te ajudar a entender um pouco melhor quais são as diferenças entre eles, nós preparamos uma útil explicação.

Departamento Comercial

O Departamento Comercial é responsável por coordenar as atividades de venda dos produtos ou serviços da empresa. É a partir dele que as empresas obtêm lucro e recursos financeiros para que possa crescer e sobreviver economicamente.

Departamento de Marketing

O Departamento de Marketing é responsável pela venda de forma indireta. Os profissionais deste departamento têm como objetivo estudar o mercado, verificar quais as melhores opções, e planejar estratégias para que a empresa consiga vender seus produtos/serviços, e consequentemente, cresçam economicamente.

Como podemos perceber, mesmo que com funções diferentes, os departamentos acabam se completando, o que faz com que as pessoas se confundam em relação a eles. Em pequenas empresas é comum que os dois departamentos acabem se unindo, o que pode gerar sobrecarga de atividades, e até problemas na hora de tomar decisões.

Um departamento precisará do outro, mas isso não significa que criando um só, sua empresa terá um melhor resultado. O interessante é dividir suas atividades, e assim conseguir com que sua instituição tenha um melhor planejamento e uma melhor postura de vendas.

Não Perca Mercado, Tenha Um Site!

Pesquisas apontam que cerca de 30% das pequenas e médias empresas não possuem um site. Esse dado apresentado significa que cerca de 30% das pequenas e médias empresas podem estar perdendo potenciais clientes para aquelas empresas que possuem um site.

Ninguém mais abre a lista telefônica. A internet é o local onde as pessoas procuram por determinada informação sobre um serviço ou empresa. E sua presença no ambiente virtual é de extrema importância, afinal, qual credibilidade sua empresa passa para alguém que não a conhece, se ela não encontrar informações relevantes sobre?

Um site ajudará você a se conectar com o seu cliente, pois lá ele encontrará tudo o que precisa sobre você. Com ferramentas especificas você poderá saber quantas pessoas tem procurado pelo site da sua empresa, quais são os interesses delas, o que tem sido falado sobre sua empresa na internet.

Faça parte dos outros 70% e não perca mercado. Um site pode ser o que a sua empresa precisa para obter mais clientes.

ROI e o E-Commerce

ROI

Uma das siglas mais importantes que existem no marketing é o ROI, que em português significa Retorno Sobre Investimento.

O ROI é calculado através do lucro líquido e do investimento feito pela empresa. Essa métrica é fundamental para que possa ser mensurado o resultado de suas ações.

Simplificando, o ROI serve para medir se suas ações estão dando certo ou não. Com ele você visualiza se o que você tem investindo está dando o resultado esperado. Em campanhas de redes sociais, por exemplo, existem diversos indicadores a serem avaliados, como RT’s, comentários, compartilhamentos, curtidas.

Como cada campanha é diferente da outra, você sempre deve ter seu objetivo definido antes da ação ser realizada, assim fica mais fácil de saber onde seu investimento está dando resultado.

Algumas empresas de e-commerce, por exemplo, utilizam dados adquiridos nas redes sociais para saber onde devem investir. Ao verem que um post relacionado a certo produto gera um buzz maior, elas voltam suas ações para que as vendas dele sejam aumentadas.

Nesse caso, o ROI não funcionará apenas para saber se você tem obtido lucro ou não, ele te auxiliará a entender melhor seu público alvo.

70% das lojas virtuais brasileiras não fazem 10 vendas por mês

De acordo com reportagem da Folha de São Paulo muitos sites de compras online estão com diz o ditado “as moscas”. “O e-commerce brasileiro fechou 2013 com 37 mil lojas virtuais e a expectativa é alcançar 45 mil em 2014. No entanto 70% delas fazem menos de dez vendas por mês e são consideradas inoperantes, indica um levantamento feito pela ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

“As pessoas se entusiasmam e não entendem que somente abrir uma loja virtual e colocar os produtos no ar é diferente de gerenciar um e-commerce, com infraestrutura de operação, entregas, reposição etc.”, afirma Mauricio Salvador, presidente da associação –a pesquisa leva em conta informações de 282 sites de venda de produtos.

A ABComm prevê que o setor vá faturar R$ 39,5 bilhões neste ano.”

Vender online requer muito planejamento e dedicação assim como qualquer negócio. Por isso a Edm2 oferece serviço de assessoria e consultoria para e-commerce. Nosso serviço é focado em fazer o seu negócio decolar e ao mesmo tempo mantendo o custo operacional baixo. Ter um e-commerce sem planejamento é a mesma coisa que abrir uma loja no deserto.

Fonte: Folha de São Paulo, 12/01/2014

 

 

Como fazer seu email marketing vender

vender por emailLembre-se! Seu objetivo inicial é abrir um diálogo – e não para vender sua imagem, sua empresa ou seus produtos.
Com base em amostras de email marketing, parece haver uma incompreensão geral sobre o conceito básico de venda via e-mail, e que o objetivo inicial é apenas para abrir um diálogo.

Como fazer errado:
Um leitor me perguntou como escrever uma linha de assunto sem ser pego por um filtro de SPAM. Ele tinha enviado e-mails para “milhares” de prospectados e não conseguiu uma única resposta, então imaginou que os e-mails tivessem sido marcados como “Spam”. Dei uma olhada no seu “e-mail de vendas”. Ele continha vários parágrafos com palavras difíceis, finalizando com um “solicite uma reunião” e  “entre em contato comigo para agendarmos um horário”. Foi imediatamente óbvio que o problema não era filtros de spam, mas o palavreado contido no e-mail. O “e-mail de vendas” tinha sido criado por uma empresa de treinamento de vendas e tinha a intenção de “responder às perguntas dos clientes antes que eles perguntassem”.

Agora, vamos listar todas as tarefas que um email marketing deveria supostamente realizar:

1. Convencer os destinatários de comprometerem-se com um minuto de esforço mental para decifrar o que diabos o e-mail estava comunicando.

2. Informar aos prospectados sobre o produto, suas características e funções, simultaneamente, respondendo a quaisquer objeções à compra.

3. Convencê-los a alocar uma hora de seu tempo valioso para se encontrar com um vendedor.

4. Convencê-los a saber mais sobre o produto (clicando no site) ou decidirem tomar a iniciativa específica de agendar a reunião.

Sugestão para melhorar o email de vendas:
A abordagem de vendas descrita acima não é incomum. A maioria dos email marketing são focados em vender algo e muitas vezes são igualmente antiquados e exigentes. Por razões que eu não entendo muito bem, as pessoas esperam que um email marketing faça a venda para elas até mesmo a ponto de fechar o negócio e o cliente a tomar as iniciativas. Provavelmente essa confusão vem dos velhos tempos de marketing direto. Afinal, se você está enviando lixo eletrônico, não deverá interessar o cliente o suficiente para contatá-lo. Mas o e-mail não funciona dessa maneira. A força é que as mensagens de e-mail precisam fluir, sem as duas pessoas estarem presentes ao mesmo tempo. Não enviar e-mail como lixo eletrônico e começar de maneira a ter uma conversa. Seu e-mail inicial não tem que convencer o prospectado a tomar qualquer outra decisão que não seja um “REPLY”, indicando interesse em saber um pouco mais sobre o assunto. Você pode (e deve) esperar até e-mails posteriores para explicar detalhes ou solicitar uma reunião.
Desde que seu objetivo é abrir uma caixa de diálogo (ao invés de vender algo), seu e-mail de vendas inicial deve simplesmente conter um “teaser” com a sugestão de resposta para mais informações. Se você receber a resposta, saberá que o prospectado está, no mínimo, um pouco interessado no que está sendo oferecido. Mais importante, você iniciou um diálogo onde poderá explicar mais, agregar valor, e partir gradualmente a venda no próximo nível.

Utilize sua base de email de clientes a seu favor!

Novas Regras para o Comércio Eletrônico

As novas regras para empresas que vendem produtos ou serviços via internet no Brasil já estão valendo.

Em  vigor desde o dia 14 de maio, o decreto Decreto 7962/13 determina que todos os sites são obrigados a divulgar nome e número do CNPJ da empresa e endereço físico e eletrônico em local visível. Além disso, as características essenciais do produto ou do serviço, riscos à saúde e à segurança dos consumidores e discriminação no preço de despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros também deverão ser informadas.

Quanto aos sites de compras coletivas, deverá ser informada de forma explícita e simplificada, a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta pelo consumidor e identificação do fornecedor responsável pelo site e do fornecedor do produto ou serviço ofertado, com as informações de endereço, contato e registro desse fornecedor.

Com relação ao arrependimento da compra, o fornecedor deverá informar de maneira clara os meios que o consumidor poderá utilizar para exercer esse direito, e que não há qualquer ônus, caso o consumidor se arrependa. O prazo para o exercício deste direito é de 7 dias úteis contados do recebimento do produto.

O importante, em todas as situações, é permitir que o consumidor conheça as condições do negócio do produto ou serviço, como as condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto. Vale ressaltar que e-mail é documento e tem validade legal.

A diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, adverte que as empresas que infringirem a lei podem sofrer punições como multas, apreensão de produtos, cassação do registro, entre outras. As sanções variam de acordo com o porte da empresa infratora e conforme o número dos consumidores atingidos.

Disponibilizamos link com a íntegra do Decreto nº 7.962, de 15 de Março de 2013:
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1034424/decreto-7962-13

Vendas pelo Celular

O comércio eletrônico caminha a passos largos no Brasil. Neste ano, o faturamento do setor deve ultrapassar a marca de 22 bilhões de reais. Se a estimativa se confirmar, a área vai experimentar um crescimento de 20% em relação às vendas do ano passado, muito superior ao tímido desempenho esperado do restante da economia nacional: 1,5%. O e-commerce nacional pode registrar outro recorde neste ano: 40 milhões de brasileiros (metade dos usuários de internet no país) devem fazer ao menos uma compra em uma das 30.000 lojas on-line existentes. Apesar de tantos indicadores positivos – e justamente por causa desse crescimento acelerado – o comércio eletrônico já se ressente da falta de profissionais. A relativa escassez de mão de obra especizada é, na análise da e-bit, fruto do crescimento acelerado do e-commerce no Brasil. “É um segmento relativamente novo, que demanda novas competências em intervalos de tempo muito curtos”, diz Pedro Guasti, diretor geral do e-bit. Um bom exemplo disso é o cargo de gerência de mídia social, responsável por interagir com potenciais consumidores em perfis corporativos no Twitter, Facebook e YouTube. O posto mal existia em grande parte das empresas até dois anos atrás e agora já exige conhecimentos profundos sobre investimento em publicidade naquelas plataformas. Outro exemplo de demanda que se impõe às empresas é o chamado m-commerce: há um ano, as compras via celular eram irrisórias (em muitos casos ainda são), mas as empresas já sabem que é para lá que caminha o consumidor.

Fonte: Veja, acessado em 06 de Novembro de 2012 – 02:00 AM
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