Tecnologia

Informações sobre tecnologia que podem afetar seu dia-a-dia!

Instagram anuncia mudança

 

As novas tecnologias representam uma característica intrínseca à era da informação e configuram-se em um novo cenário na vida das pessoas e, principalmente, das empresas.

Cada vez mais as instituições estão sendo impulsionadas a planejarem seus negócios e atividades, apoiando-se em tecnologias inovadoras, das quais a internet é apenas uma, oferecendo velocidade, direcionamento e repetição de mensagens quase sem custos.

Com o surgimento das redes sociais, o limite entre o público e o privado ficou praticamente impossível. Em redes como o Instagram e Facebook, não se faz uma classificação criteriosa de quem pode ver suas imagens e comentários, qualquer um tem acesso à intimidade de sua família, seus pensamentos, sua rotina. E, para piorar, nem todos sabem usar tais redes de modo que sua privacidade seja protegida. Parece besteira, mas já parou para pensar na quantidade de informações que você compartilha nas redes sociais e o quanto isso pode gerar problemas caso caia em mãos erradas? Recentemente, o Instagram anunciou que não irá mais “dedurar” usuários que tiram capturas de tela dos Stories de outras pessoas. A ação era permitida apenas para alguns usuários.

 

Aprenda a não correr riscos

 

No Brasil, os maiores riscos de segurança na web apontados pela empresa são os relacionados a contatos não solicitados, solicitações de cunho sexual, fraudes e itens falsos.

Empresas do mundo todo alertam aos seus usuários a criação de senhas eficazes, isto é, que não usam informações pessoais óbvias, como data de nascimento ou combinações simples.

A companhia também faz um alerta para o risco de fraudes online e os chamados “comportamentos invasivos”, como os ataques à dignidade das pessoas e os crimes de ódio e sexuais.

 

A tecnologia tem muita coisa interessante. Basta saber usá-la!

Como fazer o meu site aparecer no topo das buscas Google ?

topo das buscas

Independente do seu site ser um blog, institucional ou e-commerce, todos querem aparecer no topo das buscas Google. Para isso a sua página tem que ser bem classificadas nas pesquisas do todo poderoso Google.

Mas como realizar essa proeza ?
É imprescindível ter boas práticas de SEO ( Search Engine Optimization.)
Dessa forma, sempre que alguém procurar pelas palavras chave que você escolheu nas buscas do Google, seu site estará nas primeiras posições da busca e isso aumenta as chances dele ser escolhido.
Separamos algumas dicas, para você começar o seu site com o “clique direito” e ter um site de sucesso nas buscas Google.
Dica 1 – Palavras- Chave
O mais importante é você definir qual a palavra que mais resume o seu site, pois ela é vital para que você possa ter o melhor posicionamento no Google.
Por exemplo se você possui um e-commerce de suplementos alimentares, talvez a melhor palavra chave seja suplemento alimento, ai procuramos os nomes dos produtos mais buscados entre outros.
Dica 2 – Tenha um conteúdo relevante
O Google indexa conteúdos originais e bem avaliados. Por isso sempre pense em desenvolver um conteúdo que seu público queira acessar. Se você possui um e-commerce uma indicação valiosa é montar um blog e recheá-lo com informações relevantes e dicas sobre o seu produto.
Dica 3 – Use a palavra-chave na URL
Independente da URL do seu site, você pode personalizá-la para que ajude na classificação de seu site.
Por exemplo se o título do seu artigo “10 dicas para conservar a bateria do meu celular.”
a sua URL deve ser da seguinte forma : “www.seusite.com.br/10-dicas-para-conservar-a-bateria-do-celular.
DIca 4 – Links Internos
Seu site deve estar entrelaçado. Links de outras páginas devem estar presente junto ao seu conteúdo. Dessa forma, o Google entende que seu site tem relevância e é consistente o suficiente para se diferenciar de páginas aleatórias da internet. Qualquer estratégia de SEO em seu site deve contar com links externos para ser bem-sucedido nos mecanismos de buscas.

Mozilla e Facebook Rompidos?

A empresa de internet Mozilla decidiu suspender publicidade na plataforma do Facebook devido a preocupações com privacidade de dados.

A decisão foi tomada após alegações de que uma consultoria política britânica teve acesso inapropriado a dados de mais de 50 milhões de usuários da rede social para elaborar perfis de eleitores norte-americanos que foram posteriormente usados para ajudar a eleger Donald Trump presidente dos Estados Unidos em 2016.

A Mozilla disse ainda que vai considerar retornar ao Facebook se a rede social fortalecer suas configurações padrão de privacidade para aplicativos de terceiros.

Como melhorar as vendas on-line?

Vender produtos on-line na internet é uma tarefa complicada. Afinal são diversos aspectos que devem ser levados em conta na hora de melhorar seu site para que seus clientes comprem. E são algumas delas que trazemos para você.

Fique atento ao seu SAC e mantenha seu cliente satisfeito

Um dos primeiros fatores que os novos clientes procuram são as opiniões. Manter os reviews do seu site e dos seus produtos positivos faz toda a diferença na hora de captar e fidelizar clientes.

Ofertas e Promoções

Impossível negar que quem compra está sempre em busca de promoções e vantagens na hora de decidir. Segundo pesquisas do Boston Consulting Group, 74% das pessoas disseram que a maior influência na hora de comprar é o frete grátis.

Você pode utilizar de outras estratégias, como cupons de desconto e datas promocionais.

Estratégias de Preço

Preços “quebrados”, como R$99,90 tendem a chamar mais atenção do que preços cheios como R$100. Isso aumenta o percentual de compra do produto.

Outro fator é o preço parcelado. Segundo o SPC Brasil, 79% dos consumidores compram parcelado. Portanto, mostrar os valores parcelados logo de cara chama atenção dos compradores.

Segurança da Operação

Um ambiente seguro para compra é essencial para qualquer site de e-commerce. O cliente quer ter a certeza de que está protegido durante toda a sua compra, não correndo o risco de ter seus dados clonados.

Existem diversos selos e certificados de segurança que ajudam a dar ainda mais credibilidade para o seu site.

Compra Mobile virou moda!

Cada vez mais as pessoas realizam suas compras e pesquisas através do celular. Portanto, seu site deve estar acessível e com uma experiência mobile.

Em alguns casos, um aplicativo também é uma ótima saída.

Gostou das nossas dicas? Agora é hora de aplicá-las!

Redes sociais quais escolher?

Você já deve estar cansado de saber da importância das redes sociais para o seu negócio. Elas são uma forma de marcar presença e refrescar a memória dos seus clientes de que você está lá.

O Facebook é praticamente ferramenta obrigatória para toda empresa, sendo usada, claro, de forma mais efetiva para cada uma delas. Sua página pode ser usada para o B2B, para o consumidor final ou então apenas para marcar presença.

Mas existem algumas outras redes além do Facebook que podem ser usadas de forma muito efetiva para o seu negócio, e são elas que trazemos para você!

Saiba qual rede social pode ser uma excelente aliada para você!

Instagram: Rede Social focada em imagens e compartilhamento de fotos.

O Instagram é uma rede chamada de “aspiracional”, ou seja, tem o objetivo de trazer o vislumbre de quem vê o seu conteúdo.
É uma ferramenta ideal para agências de viagem, restaurantes, lojas de roupas e marcas que tem como objetivo buscar usuários mais jovens e descolados.

Além das postagens, ferramentas como o stories ajudam as marcas a se destacarem no Instagram.

A ideia aqui é utilizar conteúdos diferentes dos usados no Facebook, fazendo algo mais “caseiro” e que passe a sensação de real time para o seu público.

Twitter: Rede social de Microblog, mensagens curtas, notícias e comentários com ancoragem em hashtags.

O Twitter pode ter saído um pouco de moda entre os usuários comuns, mas se você é uma empresa que está focada em produção de conteúdo, como um site de noticias ou blog, investir no Twitter pode ser uma ótima maneira de marcar presença.

Linkedin: Rede Social voltado ao público corporativo, anúncios de emprego, mensagens motivacionais, criação e gerenciamento de network profissional. Uma ferramenta muito poderosa.

O LinkedIn é uma ferramenta focada para relações e assuntos profissionais, onde os usuários estão em busca de oportunidade de emprego, assuntos direcionados e especializados em áreas de atuação.

A rede funciona perfeitamente para empresas da área de prestação de serviço, consultoria e treinamentos.
Como usar cada uma delas?
É importante estar em cada uma delas com conteúdos diferentes e específicos!

Dicas de como ter um email marketing efetivo

O email marketing ainda nos dias de hoje é uma estratégia usada por muitas empresas e que apresenta um ótimo potencial, já que eles trazem um custo menor e um alto ROI. Mas não pense que fazer e-mail marketing é algo simples. É preciso uma estratégia bem desenha e efetiva, que te diferencie dos demais e não deixe quem recebe irritado com os e-mails. Pensando nisso, separamos algumas dicas para a sua estratégia de e-mail marketing.

Assunto do Email marketing – Deve ser cativante 🙂

Essa com certeza é a principal chave para um e-mail marketing assertivo. É importante entender seu público e criar chamadas que atraiam interesse de quem recebe, caso contrário, o conteúdo dele acaba nem sendo conhecido.

Datas Especiais – Uma forma de lembrarem da sua empresa 

As datas comemorativas são as principais oportunidades para envio de email marketing. Porém, você não precisa ficar preso as datas tradicionais, você pode criar datas de acordo com o seu negócio, trazendo ainda mais oportunidades de mercado.

Seja criativo e pense fora da caixa

É importante que seu e-mail marketing traga sem um tom bem-humorado, afinal, ele é uma forma de demonstrar a alegria da sua empresa. Utilizar GIFs, CTAs mais coloridos e personalizados e a emojis, trazem um tom mais divertido e que atraem o leitor para o seu site. Tome cuidado com o excesso de links!

Não faça SPAM! Use listas opt-in 

Use listas opt-in ou de pessoas que realmente se cadastraram para receber o seu conteúdo; Fale com quem quer escutar!

Amazon anuncia aquisição da Whole Foods

Amazon anunciou na segunda quinzena de junho, a aquisição da Whole Foods Market Inc. A Whole Foods é muito conhecida pelas suas campanhas de marketing e fidelização de clientes sendo estudo de caso para várias publicações importantes do segmento da comunicação.

A negociação, é a maior que já foi feita pela gigante do comércio eletrônico, e envolve o valor de US$ 13,7 bilhões, incluindo dívida; a Amazon adquirirá a Whole Foods Market por US$ 42 por ação. A oferta de US$ 42 por ação representa um prêmio de 27% em relação ao preço de fechamento das ações Whole Foods na quinta-feira. A negociação foi interrompida a US$ 32,77 no pré-mercado, enquanto as ações da Amazon subiam 0,5%, a US$ 969.

O acordo prevê que John Mackye, co-fundador e diretor executivo da Whole Foods, continue administrando a companhia de alimentos orgânicos que tem sede localizada em Austin, no Texas (EUA). “Milhões de pessoas adoram o Whole Foods Market porque oferece os melhores alimentos naturais e orgânicos “, disse Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, no comunicado no qual o negócio foi confirmado. Mackey, co-fundador e CEO da Whole Foods, frisou que a parceria é uma oportunidade para maximizar o valor dos acionistas da Whole Foods Market. O Whole Foods Market continuará operando lojas sob sua bandeira e fornecendo alimentos para parceiros ao redor do mundo. A conclusão da transação está sujeita à aprovação dos acionistas da Whole Foods Market e de aprovações regulamentares. As partes envolvidas esperam fechar a transação durante o segundo semestre de 2017.

Veja aqui alguns anúncios da Whole Foods:

O que é WEB 3.0?

Web 3.0A web que você conhece atualmente vai morrer.
Muitas mudanças ocorreram desde 1980, quando o conceito do navegador  WWW (World Wide Web) foi usado pela primeira vez em um projeto paralelo criado para o CERN (Organização Européia para Investigação Nuclear), o ENQUIRE¹.   Esse projeto já esboçava alguns traços que seriam adotados mais tarde , no final da década de 90. O projeto, inicialmente, tinha o intuito tornar mais fácil o compartilhamento de documentos e pesquisa entre os colegas de Lee.  Ao que parece, deu muito certo, não é mesmo?
Hoje, fala-se muito na virada da WEB 3.0. Antes de falarmos sobre ela, vamos recaptular as irmãs mais novas:

WEB 1.0


Essa foi a primeira etapa na evolução conceitual da World Wide Web e, basicamente, nessa fase a internet só permitia a troca de informações de maneira estática. Você pode identificar essa etapa no começo dos anos 90 com uma infinidade de páginas de empresas e instituições recheados de “Página em Construção”.  Ainda não estávamos preparados para isso. Exigia-se uma organização dos dados. Essa era foi  quando começamos a utilizar os e-mails, a participar em fóruns, podíamos ler textos e ver imagens – a Era da Web de Conteúdo. As informações surgiam e precisavam ser catalogadas nesse lugar chamado INTERNET.

Mesmo muito diferente do que conhecemos hoje, a internet foi uma revolução para todos aqueles que dependeram toda a vida de bibliotecas, correios e telefones para trocar informações, aprender ou consultar. Usamos essa fase para catalogar todas as informações virtualmente. Agora que a casa está arrumada, partimos para uma nova fase.

WEB 2.0

Eis que surge uma nova fase, a da WEB 2.0, lá pelo ano 2000.

Ela se destaca da web anterior pelas possibilidades de interação no ciberespaço, sobretudo através das mídias sociais. Tínhamos entrado na Era Web da Comunicação e aqui, neste tempo e espaço, surgem 3 principiais segmentos que vão se anexar à nova era digital: o mercado, a comunicação e o entretenimento.

O mercado enxergou a potencialidade das mídias digitais como meio de captação ou fidelização de seus clientes, com custos muito menores que as mídias tradicionais ofereciam (e com possibilidades de uso de imagem, som ou audiovisuais também).  A internet acaba por permitir que as empresas pudessem entrar diretamente dentro dos seus aglomerados populacionais digitais e também que pudessem comunicar com os seus clientes de forma otimizada (Social commerce, Ecommerce, etc) e com este novo modelo de comunicação surgem os blogs, sociais networks, wikis, messengers, crowdsourcing, mídias sociais, aplicativos móveis, etc. Já no entretenimento, surgem os  vídeos virais, widgets, P2P, dentre outros.

Sabemos que neste momento a web 2.0 já atingiu o seu ponto máximo e que por meio da evolução de smartphones e o melhoramento contínuo da tecnologia, uma Web 3.0 está ganhando forma, com mais ofertas e mais soluções de navegação, permitindo aos consumidores pesquisar informações a partir de qualquer ponto do mundo de forma altamente eficaz e isto obriga inevitavelmente a uma mudança no formato do marketing, focado cada vez mais nos dispositivos móveis, por exemplo. Por isso é preciso que as empresas se mantenham constantemente adaptadas às novas tendências, se elas querem vingar no mercado.

Então surge uma nova ideia, capitalizar-se a Web 3.0, oferecer uma experiência móvel única (saiba mais sobre Mobile First aqui) aos usuários, comunicar eficazmente e assim conseguir clientes de forma mais fácil e, sobretudo, eficaz.  O benefício a longo prazo de implementar uma estratégia Web 3.0 é a inteligência melhorada e o compromisso com os clientes. Cercar o consumidor de forma eficaz em todas os momentos de microconversão diária.

Vamos recaptular, migx!  😀

RECAPTULANDO:

Vamos então resumir a evolução da Web pelas suas várias etapas. A Internet desenvolveu-se de 1.0, 2.0 a 3.0.

A Web 1.0 foi a conectividade na web: os gigantes daquela época catalisados pelo Netscape foram AOL, Yahoo e Google.  Esses carinhas pegaram as informações e catalogaram num ambiente onde todos podem acessá-las num estalar de dedos.

A Web 2.0 foi a era das mídias sociais com o Facebook, LinkedIn, Instagram e outros. Tínhamos os dados organizados e agora podemos gerar interações entre o públicos permitindo compartilhamento e interações de conteúdos.

Já a Web 3.0, saltamos para um novo patamar de compras virtuais online e tradeshows virtuais. Nessa era, e com os avanços tecnológicos, a interação com os dispositivos consegue alcançar um novo nível de inteligência. Por exemplo, a Web 3.0 nos permite perguntar aos nossos telefones onde é o cinema mais próximo e onde depois jantar.  Ou seja, os recursos tecnológicos disponíveis nos gadgets permitem que o céu não seja mais o limite. Consequentemente, a evolução tecnológica irá permitir que os nossos dispositivos aprendam mais sobre nós, sobre as nossas preferências (uniões de venda com restaurantes e rede por exemplo) ao ponto de simplesmente podermos perguntar “onde eu devo ir jantar” e surgirem respostas do nosso interesse. Tudo isso embasado na experiência armazenada nos dispositivos e conectadas ao seu perfil de consumo. Um algoritmo que sabe o que você quer antes mesmo que você saiba. 😉

A web 3.0 é tudo sobre a personalização e Web semântica, integrando dados em tempo real em plataformas diferentes simultaneamente. A tecnologia semântica criará um formato significativo em volta de interação humana online e interesses humanos. Este formato permitirá melhor matchmaking e distribuição de conteúdo online, uma ótima oportunidade para o desenvolvimento de marketing e aplicativos, além do melhor controle do isolamento online por meio de controle inteligente.

E você, pronto para o futuro?

1 [ENQUIRE] – Projeto usado para reconhecer e armazenar associações de informação. Foi desenvolvido por Tim Berners-Lee no segundo semestre de 1980 enquanto o mesmo trabalhava no CERN.

Aprenda a criar um perfil do Instagram para Negócios

No mês passado o Instagram anunciou novas ferramentas para negócios (Instagram Business / Instagram para Negócios). Com isso, as empresas poderão não só criar páginas especiais, mas compreender melhor os seus seguidores e fazer crescer os seus negócios online. De acordo com a rede social, as ferramentas estarão disponíveis de maneira gradual nos EUA, Nova Zelândia e Austrália. Nos demais países, incluindo o Brasil, estará disponível ao longo dos próximos meses.
Com as novas ferramentas para negócios empresas de qualquer tamanho podem ser reconhecidas com um perfil muito parecido com a fanpage no Facebook, obter insights sobre os seguidores e posts. Também promoverá mensagens para conduzir os objetivos de todos os negócios dentro do Instagram.

Isso significa que os clientes podem ver a informação valiosa em seu perfil como o seu endereço comercial, informações de contato e links do seu site. Em relação aos insights o Instagram para negócios irá mensurar as informações sobre quais mensagens têm melhor desempenho, em que dias da semana e os horários são melhor para postar o conteúdo da sua empresa. De quebra também uma série de informações demográficas de seus seguidores.
Além disso, o Instagram também habilitou um mecanismo que facilita a promoção de qualquer mensagem compartilhada pelo seu perfil de negócio. Assista o vídeo abaixo e veja com mais detalhes o que mudou e como usar essas ferramentas.
Lembre-se algumas opções ainda não estão disponíveis no Brasil!

O que é Mobile-First?

Você sabe o que é Mobile-First? A era da tecnologia está aí. Não é mais novidade que os dispositivos móveis ultrapassaram os desktops. O uso do 3G cresceu 123% nos últimos 18 meses. Quase metade dos internautas possuem smartphones, sendo que 62% deles têm mais de 25 anos. São mais de 48,3 milhões de usuários pertencentes a classe C. Esta, cresceu 204% em menos de uma década, enquanto a população total cresceu 10%. Mais um dado sobre a classe C: Ela movimenta mais de 495 bilhões de reais em renda própria por ano. Isto é inclusão digital.

Não estou falando dos smartphones que custam R$1500, mas sim dos modelos que usam teclados qwerty e custam R$ 200. Incluir a “massa”, é inclusão digital de verdade.

A grande sacada do momento é o Mobile-First

Se você entendeu os dados citados na introdução desta matéria,  você vai entender que o conceito do Mobile First faz muito sentido, mas vai contra toda uma tradição de desenvolvimento de sites que você está acostumado. A ideia do Mobiles First é que comecemos a desenvolver e planejar projetos web, desde um pequeno site até um grande sistema, primeiramente para dispositivos móveis e somente depois para desktops/notebooks. O caminho era site → adaptação mobile (Mobile Friendly).

Hoje, quem trilha esse caminho ~tradicional~ fica para trás.

Mobile First como funciona

Diferenças do Web Design e o responsivo

A experiência deve ser pensada primeiro para Mobile e o site ser algo à parte dessa experiência. Por isso do termo “Mobile-First” ou “Móvel primeiro”.

Quais as funcionalidades que devem aparecer primeiro na UX do mobile?

O comportamento do consumidor está repleto de “micro momentos” e a UX diz muito sobre isso.  Do momento da primeira pesquisa, contato com o produto, até a decisão de compra e a etapa de fidelização da empresa. São vários momentos. Eis os principais:

See: A audiência está navegando e é impactada por algum conteúdo da empresa despertando a 1ª interação com a marca. Seja ele um vídeo, uma matéria de blog ou afins.

Think: A idéia é reforçar a marca – branding – com seu futuro consumidor. O conteúdo é um pouco mais focado, ainda sem interação de compra. A ideia, mais uma vez, é envolver o seu consumidor. Iniciar a ideia de conversão. Essa etapa deve conter uma micro-conversão).

Do:  O propósito é fechar uma venda, completar alguma etapa/meta importante para o seu negócio. Isso pode ser desde o preenchimento de um formulário de contato até uma venda no seu ecommerce. Você precisa aparecer primeiro, dar ao consumidor o que ele quer e receber o dinheiro em etapas simples e objetivas.

Care: Se o consumidor retorna, ele é seu maior bem. O foco é fazê-lo se sentir especial, bem tratado e com benefícios exclusivos. Isso pode estar em uma estratégia de retargeting ou num disparo de news letter direcionado em especial para ele, com enfoque no comportamento de compra de cada indivíduo (Big Data).

O fato de colocar mobile em primeiro lugar – Mobile First, sacou? 😉 – desfrutamos de uma série de vantagens:

Capacidades técnicas – O uso de acelerômetro, GPS, multitouch, giroscópio, etc.  Tudo isso é proporcionado pela experiência mobile e impossível de acontecer pelo desktop.

Foco – A informação para esta platatorma é diferente do desktop. Pense em como a atenção e conversão do seu público devem ser diferentes nesse ambiente. Informações diretas/precisas, call-yo-action com destaque, menus curtos, atalho para home, campo de busca visível, recursos de busca inteligentes, e por aí vai. Basicamente, Usabilidade e Acessibilidade são as palavras que regem o projeto. A arquitetura da informação, informações que você previa no desktop precisam ser remanejadas, diminuidas e retrabalhadas para que se adaptem nas telas menores. A maioria dos celulares tem algo em torno de 320×480 pixels. Se não tomarmos cuidado, toda a informação pode se perder em uma tela tão pequena. No mundo mobile o simples é a palavra que manda.

É preciso fazer um estudo e chegar a um modelo de aplicação do seu site na plataforma mobile. Uma das alternativas é o menus dropdown. Veja um exemplo:

Diferença email - mobile first
Uma dica para saber as áreas mais acessadas do seu site, antes da construção da experiência mobile, é instalar através do seu Google Analytics uma ferramenta que monitora pelo tempo que você estabelecer os hot spots do site.

Agora, com todas essas dicas, tá mais do que na hora de sair da era jurrássica e vir para a modernidade por que, afinal, Mobile-First, B***! 😉

1 2 3 4  Topo