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A Publicidade Interativa nos Tablets

Com a popularização da banda larga e conexão wi-fi, a venda de tablets tem sido um grande sucesso no mundo inteiro e superado até mesmo os smartphones.

Com os usuários cada vez mais conectados nas redes e aplicativos, a publicidade nas palmas das mãos e com interação imediata com os consumidores já é um fato e o principal motivo de tanto sucesso.

Segundo estudos divulgados recentemente pela Rhythm NewMedia, os anúncios em tablets possuem uma taxa de engajamento de 21%, enquanto nos smartphones, a mesma taxa é de 9,4%.  Uma pesquisa da Nielsen constatou que 17% dos donos de tablets buscaram informações mais detalhadas sobre um produto anunciado e que um dos motivos da maior taxa de compras feitas a partir dos tablets é devido a tela ser maior e mais confortável. Outro recurso que agrada, principalmente os jovens, são os anúncios direcionados para a localização do usuário.

O Google já vem investindo na sua plataforma para a criação de peças publicitárias para aparelhos móveis desde 2009. E o facebook divulgou aumento significativo de suas receitas no primeiro trimestre de 2013, sendo que a venda de publicidade para smartphones e tablets já está representa mais de 30% de seu lucro.

Apesar do desenvolvimento de anúncios criativos para tablets estar em seus primeiros passos e ainda ser um enorme desafio, alguns resultados estão fazendo sucesso e surpreendendo.

A Nissan conseguiu uma solução bem interessante para divulgar o lançamento de seu carro com pintura “autorreparável”. Trata-se de uma tecnologia praticamente à prova de riscos desenvolvida pela montadora. Veja o vídeo:

 

Veja também:

A propaganda da Tramontina:

 

E uma maquete interativa:

Planejamento de campanhas de Marketing

 

O Marketing é fundamental para qualquer empresa, independente do seu tamanho. Neste artigo, elaboramos uma síntese de como planejar uma boa campanha de marketing.

A primeira e mais importante etapa é o planejamento.  Neste primeiro passo é preciso analisar o ambiente, o seu mercado, o público alvo, os concorrentes, os objetivos e metas, os recursos disponíveis e quais estratégias utilizar. Depois de levantar todos esses dados e colocar tudo no papel, parte-se para a próxima etapa.

A segunda e principal etapa é identificar marcas, produtos, suas principais características e diferenciais, pontos fortes e fracos, estoques, preços, se haverá descontos, promoções de curto prazo, preço especial para determinado grupo de pessoas, margem de lucro, etc

Terminada a fase de análises, todas devidamente registradas, é chegado o momento de estudar quais seriam as melhores as ações para ganhar mercado, promover produtos ou marcas. Escolha uma boa agência e priorize a mensagem da propaganda. Há anúncios caríssimos que não trazem os resultados desejados, mas há também aqueles baratos que perdem muito pela qualidade. Avalie sempre a relação custo-benefício. Escolha os meios de comunicação onde seu público está e, se possível, atue em mais de um canal ao mesmo tempo, tornando  a divulgação muito mais eficiente.  Uma campanha publicitária para fortalecer uma marca tem duração mais longa do que a de um produto. Defina prazos com a elaboração de um cronograma. Acompanhe os resultados, sejam eles o faturamento, a participação ou a abrangência da marca e mantenha seu planejamento de marketing sempre atualizado. Afinal, a velocidade das mudanças no mercado e na sociedade é muito rápida e constante.

Marketing e Sustentabilidade

Idéias sustentáveis

Idéias sustentáveis

Antigamente o foco principal do marketing era vender mais. Depois, passou a ser dada maior atenção ao comprador. Hoje, as empresas mais conscientes, começaram a mudar seus conceitos e a enxergar seus consumidores como pessoas que se preocupam com sua saúde, com a saúde do planeta e querem colaborar com um mundo melhor. Então passaram a concentrar o marketing no ser humano, primeiramente para sobreviverem, depois, para obter bons resultados com iniciativas sustentáveis.

Atualmente, o marketing precisa focar o planeta, os recursos naturais, a população, a qualidade de vida, produtos e serviços sustentáveis, preços justos. Mas é muito importante que haja transparência e honestidade. De acordo com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, 85% dos consumidores brasileiros não acreditam nos discursos sustentáveis das empresas.  Esse alto índice é devido a muitos negócios propagarem práticas sustentáveis inexistentes, aproveitando-se do “mercado verde” somente para obterem lucro em cima do tema. Mas há muitas empresas fazendo muitas coisas boas, com ótimas iniciativas, mas que não comunicam ou não sabem transmitir a mensagem de forma adequada para o seu público e acabam perdendo oportunidades, e há, ainda, aquelas que fazem, mostram que fazem, e estão colhendo excelentes resultados com o fortalecimento da marca e lucratividade nas vendas.

Em resumo, o novo marketing empresarial, sustentável, é possível e incentiva mudanças sociais necessárias para tornar nosso mundo melhor.

Marketing e sustentabilidade é, com certeza, um casamento perfeito!

As empresas e a grande festa social

Edm2 Midias sociais

As empresas precisam participar da grande festa social

As empresas precisam estar presentes nas redes sociais. Isto é fato. Mas apenas estar presente não basta. A questão é aprender a lidar com as redes sociais e saber interagir com o seu público. Nesse ponto, pesquisas apontam que poucas empresas sabem utilizar as novas tecnologias.

Nas redes sociais, qualquer publicidade deverá levar em consideração a integração ao meio, estabelecendo  vínculos com as pessoas, conhecendo o seu público, para poder atingi-lo de forma adequada, com uma comunicação transparente e personalizada, que agregue valor .

As empresas precisam estar presentes onde o seu público está, usar os recursos e aplicativos que as novas tecnologias disponibilizam para enriquecer suas marcas e vender seus produtos. Podemos afirmar que uma marca não existe se ela não for vista. Com o crescimento das redes sociais, é preciso adequar a estrutura e acompanhar o movimento, como participante de um evento social. Se a empresa foca massivamente seu objetivo de vender, acaba transmitindo uma imagem negativa e grosseira. Há também aquelas que criam lindas vitrines, mas ficam estagnadas, apenas esperando acessos. Isso não funciona nas redes sociais, pois as pessoas querem interagir e opinar.

Essa integração também deve ser interna, com o alinhamento e a participação dos profissionais envolvidos no negócio colaborando na formação desse ambiente social. É preciso também aprender a lidar com comentários negativos. Quando isso acontece, a tendência é silenciar, o que acaba gerando um conflito ainda maior. Ser transparente e dar a atenção devida é muito importante para fortalecer a confiança e estreitar relacionamentos.

As mídias sociais são canais que envolvem milhares de pessoas e é preciso estar presente.  Saber transmitir sua mensagem é o foco principal para valorizar sua marca e produtos. E, se não sabe como fazer, fale com a gente:  http://www.edm2.com.br/empresa/faleconosco

O SAC das redes sociais

 

Edm2 Com o crescimento de empresas e pessoas ativas nas redes sociais, as comunicações diretas entre fornecedores de produtos e serviços e o público vem crescendo a cada dia.

O consumidor  atualmente tem utilizado com muito mais frequência as redes sociais para interagir com as empresas por considerar esse meio mais eficiente e rápido, seja para elogiar, reclamar ou até mesmo dar sugestões.  Ao mesmo tempo,  esse mesmo consumidor espera receber  atenção e ser atendido na mesma velocidade.

Pesquisas recentes indicam que a maioria dos usuários das redes sociais desejam respostas algumas horas após sua mensagem ou, no máximo, no mesmo dia, principalmente se forem motivadas por alguma reclamação.

Uma boa interação e qualidade no atendimento é essencial, pois a imagem da empresa pode ficar seriamente afetada, colocar em risco resultados esperados de uma estratégia de marketing ou do lançamento de novos produtos ou serviços, pois para um cliente a opinião dos demais consumidores é levada muito em conta.

Uma boa alternativa para agilizar o atendimento é padronizar as informações, mas além de diminuir o tempo de resposta ao seu público, é fundamental apresentar soluções que satisfaçam seus clientes.

Conheça as expressões populares do Marketing

Muitos acreditam que marketing é, simplesmente, publicidade. Mas, na verdade, essa ciência se preocupa com toda uma cadeia, que vai desde o produto gerado até a forma de ser lembrado pelo consumidor.

Cabe ao profissional de marketing saber identificar as necessidades de cada cliente e dar a devida importância, utilizando-se das ferramentas mais adequada para os diferentes tipos de necessidades, levando em consideração o ambiente onde a empresa está inserida, seus objetivos e metas, e, principalmente, a estratégia a ser adotada.

Não há mais o que discutir sobre a necessidade das Pequenas, Médias  e Grandes empresas promoverem  fortes ações de Marketing. E, com a evolução e a disseminação da internet, surgem inúmeros conceitos na área de marketing, qua acabam assustando empresas que ainda não possuem um Marketing efetivo.

O mercado, por sua vez, é dinâmico e está em constante evolução, o que leva à mudança de termos e desenvolvimento de novos conceitos. Em razão disso, algumas empresas deixam de adotar a prática do Marketing, por desconhecerem esses conceitos e não saberem ao certo o que buscar para melhorar a sua visibilidade no mercado.

Desta maneira, a Edm² irá desmistificar alguns termos que surgem nesse imenso universo do Marketing para ajudar você a encontrar os melhores métodos que irão garantir o sucesso de sua empresa:

BUZZ MARKETING: Esse conceito parte de um princípio antigo de que as pessoas, quando gostam de um produto ou serviço, normalmente disseminam o fato entre as pessoas de seu relacionamento. Esta ação é real, observável no mercado e casual. Por isso o “Buzz Marketing” surge com o desafio de sistematizar as ações que levam as pessoas a disseminarem um produto de modo a potencializar a comunicação e o conhecimento da marca a custo baixo.

MARKETING ONE–TO–ONE: Conceito que prega atendimento personalizado ao cliente. Ou seja, é preciso adequar a ferramenta de marketing ao conceito maior da empresa. O princípio do marketing está na capacidade de uma empresa criar e manter os clientes satisfeitos, portanto, é preciso verificar quais são as necessidades do consumidor e do mercado e apresentar produtos e soluções que atendam essas necessidades ou desejos.

MARKETING SHARE: Trata-se da mudança do posicionamento da empresa no mercado.

MARKETING 360°: Visa tocar o consumidor em todos os pontos. O Marketing 360° cuida dos lançamentos com intervenção urbana, ações presenciais em cinema, utilização de mídias alternativas, como projeções em bares e restaurantes, por exemplo. Isso provoca o consumidor, que passa a desejar aquele produto.

MARKETING DE GUERRILHA: Objetiva atrair a atenção do público sem a necessidade de custos com espaços publicitários, estimulando a customização.
TRENDING: Apropria-se de movimentos populares e materializa-se no Marketing da sua empresa ( como benefício próprio ).

MARKETING VIRAL: Disseminar conteúdo relevante “on” e “off line”.

PULL STRATEGY: Forte investimento na publicidade e na promoção, focadas no consumidor.

TRADE MARKETING: Otimizar a relação entre produtor e distribuidor, para que ambos retirem benefícios dessa parceria.

CORE BUSINESS: Quando a campanha é relativa ao próprio negócio.

B2E = BUSINESS-TO-EMPLOYEE: relação entre a empresa e o funcionário.

BUDGET: Porcentagem do faturamento da empresa destinada a ações de Marketing, vendas, novos negócios etc.

Para o empresário que deseja ingressar com ações de Marketing , é essencial conhecer as diversas ferramentas disponíveis hoje em dia,  conhecer minuciosamente o processo para definir o que pode ou não ser feito para obter o sucesso de sua empresa e se o que foi contratado foi realmente entregue.

 

O consumidor frente à Informação

É fundamental perceber a mudança de cultura, e de interação com o mundo que
vivemos atualmente. O comportamento do consumidor frente à informação e ao
posicionamento de empresas e marcas, dá para inferir algumas tendências para o
novo ano que se aproxima.

Organização, Tecnologia, Cultura

Organização, Tecnologia, Cultura

1) Customização. A comoditização de marcas e produtos já está levando os
consumidores a ansiar por exclusividade e personalização (daí o sucesso do
Pinterest, por exemplo, já que cada um cria seu próprio painel de preferências). As
marcas passarão a investir mais em autenticidade e experiências individuais e sob
medida, permitindo que as pessoas efetivamente controlem o que querem fazer ou
comprar. A chance de customização passará a ser um diferencial para produtos e
serviços.

2) Integração entre redes sociais e bancos de dados. Quem é o seu cliente?
Onde ele compra, o que ele compra, a que horas, sozinho ou com amigos, de
que outras coisas ele gosta, que tipo de comentário ele costuma postar nas
redes sociais sobre os produtos que adquire, que tipo de produto ele gostaria de
comprar… inúmeras questões cujas respostas estão soltas em diversos canais e
pontos de contato e que precisam ser “amarradas”. Ao sincronizar as atividades
nas mídias sociais com os bancos de dados dos clientes, dá para tirar informações
comportamentais e elaborar mensagens e ações mais dirigidas. Aprimorar a
personalização desses conteúdos pode levar efetivamente o consumidor a uma

ação desejada e um relacionamento mais significativo e duradouro com as marcas.

3) Conteúdo sob demanda. Na esteira da customização, crescerá a expectativa
por ações que vão ao encontro das preferências de cada consumidor
individualmente. Isso inclui propor conteúdos específicos de acordo com o
interesse de cada consumidor, “lendo” as suas várias facetas. Um exemplo é o
que já faz o Zite, espécie de revista eletrônica que, com base no que você posta
no Twitter ou Facebook, sugere leituras (artigos) de interesse. Ou o que faz a
Amazon, capaz não só de te reconhecer como um visitante de retorno mas de
indicar outras leituras com base em suas compras anteriores. Esse marketing
absolutamente individualizado é muito mais eficiente.

4) Curadoria de conteúdo. Mesmo com esse marketing “inteligente”, a
quantidade de informações às quais somos submetidos todos os dias é
exorbitante. Oferecer serviços de curadoria sob medida é um nicho ainda pouco
explorado.

5) Imagens. O conteúdo será cada vez mais visual. Menos texto, mais imagens.
Fotos, vídeos e infográficos serão cada vez mais importantes para compartilhar
nossa visão de mundo, pois são de fácil e rápido consumo. O sucesso do
Pinterest (uma grande colagem das suas fotos preferidas sobre os mais variados
temas) e do Instagram (que permite aplicar efeitos interessantes em suas
fotos) durante 2012 é uma prova. Modificações introduzidas este ano pelo
Facebook e pelo Twitter, abrindo a possibilidade de utilizar imagens no perfil do
usuário, e a integração entre os diversos aplicativos e plataformas, permitindo o
compartilhamento das fotos que você quiser, dão impulso adicional à tendência.

6) Compartilhamento. Cada vez mais, experiências de vida só vão parecer
relevantes e memoráveis se compartilhadas com o maior número possível de
pessoas. Crescerão as ferramentas que permitem que você integre todos os
aplicativos que utiliza e associe conteúdos em diferentes websites.

7 ) Telas mobile. Para esse compartilhamento, pessoas e empresas devem
considerar que equipamentos mobile são cada vez mais comuns. Smartphones
e tablets terão uso cada vez maior e websites que não estiverem programados
para isso serão mal vistos. Segundo levantamento do banco Morgan Stanley, de
apenas um ano para cá o número de smartphones no mundo deu um salto de
42%, chegando a 1,1 bilhão. Apesar do estrondoso crescimento, os smartphones
ainda representam apenas 17% do total de 5 bilhões de celulares em uso no
mundo.

8 ) A qualquer tempo e em qualquer lugar. Foi no quarto trimestre de 2010 que
o número de smartphones e tablets no mundo ultrapassou o de PCs – e aí que se
viu o início de uma mudança de cultura, a exemplo do que aconteceu em 2002,
quando o número de celulares suplantou o de telefones fixos. Como decorrência
do boom mobile, o nível de exigência das pessoas por informações em tempo real
na sua telinha portátil tende a aumentar, e os profissionais de marketing podem
pensar em ações para atender essa demanda. Para se ter uma ideia, o número
de adultos com tablets nos Estados Unidos pulou de 2% em 2009 para 29% em
2012, segundo o Pew Research Center. Outra prova cabal: neste Natal, o maior
desejo de quase metade (48%) das crianças de 6 a 12 anos nos Estados Unidos é
um iPad, à frente até do videogame Wii (39%). Em terceiro, supresa! O iPad mini
(36%). Ou seja, até as crianças estão totalmente plugadas. Os números são da
Nielsen.

9 ) SEO = conteúdo + compartilhamento. Foi-se o tempo em que o importante
era usar estratagemas e palavras-chave para que os algoritmos das ferramentas
de busca “enxergassem” melhor a marca. Agora, o que dá realmente resultado é
conteúdo relevante, que as pessoas compartilhem e para os quais gerem links.
Search Engine Optimization (SEO), mídias sociais e conteúdo não são mais canais
separados ou práticas segmentadas.

10 ) Mídias sociais como mainstream. Basta parar um minuto e pensar: como
fico sabendo das coisas e busco informação hoje em dia? A resposta pode passar
por jornais online, blogs que compilam fatos e opiniões e até por noticiários na TV.
Mas com certeza incluem o Facebook, o Twitter ou o LinkedIn, por uma simples
razão: as mídias sociais já viraram mainstream, ou sejam, competem de igual para
igual na geração e compartilhamento de conteúdos.

11 ) Crowdsourcing para produção de conteúdo. Envolver os clientes em ações
para desenvolvimento ou melhoria de produtos é prática já popular. Mas a partir
de 2013 vai se tornar mais relevante fazer isso, pois a demanda dos consumidores
por participação aumentou.

12 ) Online X offline? Esqueça. As pessoas não percebem mais essa separação.
Vão em busca de uma experiência autêntica, preparada para elas individualmente,
que transite em um mundo só, sem fronteiras entre online e offline.

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