Tecnologia

Informações sobre tecnologia que podem afetar seu dia-a-dia!

Como melhorar as vendas on-line?

Vender produtos on-line na internet é uma tarefa complicada. Afinal são diversos aspectos que devem ser levados em conta na hora de melhorar seu site para que seus clientes comprem. E são algumas delas que trazemos para você.

Fique atento ao seu SAC e mantenha seu cliente satisfeito

Um dos primeiros fatores que os novos clientes procuram são as opiniões. Manter os reviews do seu site e dos seus produtos positivos faz toda a diferença na hora de captar e fidelizar clientes.

Ofertas e Promoções

Impossível negar que quem compra está sempre em busca de promoções e vantagens na hora de decidir. Segundo pesquisas do Boston Consulting Group, 74% das pessoas disseram que a maior influência na hora de comprar é o frete grátis.

Você pode utilizar de outras estratégias, como cupons de desconto e datas promocionais.

Estratégias de Preço

Preços “quebrados”, como R$99,90 tendem a chamar mais atenção do que preços cheios como R$100. Isso aumenta o percentual de compra do produto.

Outro fator é o preço parcelado. Segundo o SPC Brasil, 79% dos consumidores compram parcelado. Portanto, mostrar os valores parcelados logo de cara chama atenção dos compradores.

Segurança da Operação

Um ambiente seguro para compra é essencial para qualquer site de e-commerce. O cliente quer ter a certeza de que está protegido durante toda a sua compra, não correndo o risco de ter seus dados clonados.

Existem diversos selos e certificados de segurança que ajudam a dar ainda mais credibilidade para o seu site.

Compra Mobile virou moda!

Cada vez mais as pessoas realizam suas compras e pesquisas através do celular. Portanto, seu site deve estar acessível e com uma experiência mobile.

Em alguns casos, um aplicativo também é uma ótima saída.

Gostou das nossas dicas? Agora é hora de aplicá-las!

Dicas de como ter um email marketing efetivo

O email marketing ainda nos dias de hoje é uma estratégia usada por muitas empresas e que apresenta um ótimo potencial, já que eles trazem um custo menor e um alto ROI. Mas não pense que fazer e-mail marketing é algo simples. É preciso uma estratégia bem desenha e efetiva, que te diferencie dos demais e não deixe quem recebe irritado com os e-mails. Pensando nisso, separamos algumas dicas para a sua estratégia de e-mail marketing.

Assunto do Email marketing – Deve ser cativante 🙂

Essa com certeza é a principal chave para um e-mail marketing assertivo. É importante entender seu público e criar chamadas que atraiam interesse de quem recebe, caso contrário, o conteúdo dele acaba nem sendo conhecido.

Datas Especiais – Uma forma de lembrarem da sua empresa 

As datas comemorativas são as principais oportunidades para envio de email marketing. Porém, você não precisa ficar preso as datas tradicionais, você pode criar datas de acordo com o seu negócio, trazendo ainda mais oportunidades de mercado.

Seja criativo e pense fora da caixa

É importante que seu e-mail marketing traga sem um tom bem-humorado, afinal, ele é uma forma de demonstrar a alegria da sua empresa. Utilizar GIFs, CTAs mais coloridos e personalizados e a emojis, trazem um tom mais divertido e que atraem o leitor para o seu site. Tome cuidado com o excesso de links!

Não faça SPAM! Use listas opt-in 

Use listas opt-in ou de pessoas que realmente se cadastraram para receber o seu conteúdo; Fale com quem quer escutar!

Amazon anuncia aquisição da Whole Foods

Amazon anunciou na segunda quinzena de junho, a aquisição da Whole Foods Market Inc. A Whole Foods é muito conhecida pelas suas campanhas de marketing e fidelização de clientes sendo estudo de caso para várias publicações importantes do segmento da comunicação.

A negociação, é a maior que já foi feita pela gigante do comércio eletrônico, e envolve o valor de US$ 13,7 bilhões, incluindo dívida; a Amazon adquirirá a Whole Foods Market por US$ 42 por ação. A oferta de US$ 42 por ação representa um prêmio de 27% em relação ao preço de fechamento das ações Whole Foods na quinta-feira. A negociação foi interrompida a US$ 32,77 no pré-mercado, enquanto as ações da Amazon subiam 0,5%, a US$ 969.

O acordo prevê que John Mackye, co-fundador e diretor executivo da Whole Foods, continue administrando a companhia de alimentos orgânicos que tem sede localizada em Austin, no Texas (EUA). “Milhões de pessoas adoram o Whole Foods Market porque oferece os melhores alimentos naturais e orgânicos “, disse Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, no comunicado no qual o negócio foi confirmado. Mackey, co-fundador e CEO da Whole Foods, frisou que a parceria é uma oportunidade para maximizar o valor dos acionistas da Whole Foods Market. O Whole Foods Market continuará operando lojas sob sua bandeira e fornecendo alimentos para parceiros ao redor do mundo. A conclusão da transação está sujeita à aprovação dos acionistas da Whole Foods Market e de aprovações regulamentares. As partes envolvidas esperam fechar a transação durante o segundo semestre de 2017.

Veja aqui alguns anúncios da Whole Foods:

O que é WEB 3.0?

Web 3.0A web que você conhece atualmente vai morrer.
Muitas mudanças ocorreram desde 1980, quando o conceito do navegador  WWW (World Wide Web) foi usado pela primeira vez em um projeto paralelo criado para o CERN (Organização Européia para Investigação Nuclear), o ENQUIRE¹.   Esse projeto já esboçava alguns traços que seriam adotados mais tarde , no final da década de 90. O projeto, inicialmente, tinha o intuito tornar mais fácil o compartilhamento de documentos e pesquisa entre os colegas de Lee.  Ao que parece, deu muito certo, não é mesmo?
Hoje, fala-se muito na virada da WEB 3.0. Antes de falarmos sobre ela, vamos recaptular as irmãs mais novas:

WEB 1.0


Essa foi a primeira etapa na evolução conceitual da World Wide Web e, basicamente, nessa fase a internet só permitia a troca de informações de maneira estática. Você pode identificar essa etapa no começo dos anos 90 com uma infinidade de páginas de empresas e instituições recheados de “Página em Construção”.  Ainda não estávamos preparados para isso. Exigia-se uma organização dos dados. Essa era foi  quando começamos a utilizar os e-mails, a participar em fóruns, podíamos ler textos e ver imagens – a Era da Web de Conteúdo. As informações surgiam e precisavam ser catalogadas nesse lugar chamado INTERNET.

Mesmo muito diferente do que conhecemos hoje, a internet foi uma revolução para todos aqueles que dependeram toda a vida de bibliotecas, correios e telefones para trocar informações, aprender ou consultar. Usamos essa fase para catalogar todas as informações virtualmente. Agora que a casa está arrumada, partimos para uma nova fase.

WEB 2.0

Eis que surge uma nova fase, a da WEB 2.0, lá pelo ano 2000.

Ela se destaca da web anterior pelas possibilidades de interação no ciberespaço, sobretudo através das mídias sociais. Tínhamos entrado na Era Web da Comunicação e aqui, neste tempo e espaço, surgem 3 principiais segmentos que vão se anexar à nova era digital: o mercado, a comunicação e o entretenimento.

O mercado enxergou a potencialidade das mídias digitais como meio de captação ou fidelização de seus clientes, com custos muito menores que as mídias tradicionais ofereciam (e com possibilidades de uso de imagem, som ou audiovisuais também).  A internet acaba por permitir que as empresas pudessem entrar diretamente dentro dos seus aglomerados populacionais digitais e também que pudessem comunicar com os seus clientes de forma otimizada (Social commerce, Ecommerce, etc) e com este novo modelo de comunicação surgem os blogs, sociais networks, wikis, messengers, crowdsourcing, mídias sociais, aplicativos móveis, etc. Já no entretenimento, surgem os  vídeos virais, widgets, P2P, dentre outros.

Sabemos que neste momento a web 2.0 já atingiu o seu ponto máximo e que por meio da evolução de smartphones e o melhoramento contínuo da tecnologia, uma Web 3.0 está ganhando forma, com mais ofertas e mais soluções de navegação, permitindo aos consumidores pesquisar informações a partir de qualquer ponto do mundo de forma altamente eficaz e isto obriga inevitavelmente a uma mudança no formato do marketing, focado cada vez mais nos dispositivos móveis, por exemplo. Por isso é preciso que as empresas se mantenham constantemente adaptadas às novas tendências, se elas querem vingar no mercado.

Então surge uma nova ideia, capitalizar-se a Web 3.0, oferecer uma experiência móvel única (saiba mais sobre Mobile First aqui) aos usuários, comunicar eficazmente e assim conseguir clientes de forma mais fácil e, sobretudo, eficaz.  O benefício a longo prazo de implementar uma estratégia Web 3.0 é a inteligência melhorada e o compromisso com os clientes. Cercar o consumidor de forma eficaz em todas os momentos de microconversão diária.

Vamos recaptular, migx!  😀

RECAPTULANDO:

Vamos então resumir a evolução da Web pelas suas várias etapas. A Internet desenvolveu-se de 1.0, 2.0 a 3.0.

A Web 1.0 foi a conectividade na web: os gigantes daquela época catalisados pelo Netscape foram AOL, Yahoo e Google.  Esses carinhas pegaram as informações e catalogaram num ambiente onde todos podem acessá-las num estalar de dedos.

A Web 2.0 foi a era das mídias sociais com o Facebook, LinkedIn, Instagram e outros. Tínhamos os dados organizados e agora podemos gerar interações entre o públicos permitindo compartilhamento e interações de conteúdos.

Já a Web 3.0, saltamos para um novo patamar de compras virtuais online e tradeshows virtuais. Nessa era, e com os avanços tecnológicos, a interação com os dispositivos consegue alcançar um novo nível de inteligência. Por exemplo, a Web 3.0 nos permite perguntar aos nossos telefones onde é o cinema mais próximo e onde depois jantar.  Ou seja, os recursos tecnológicos disponíveis nos gadgets permitem que o céu não seja mais o limite. Consequentemente, a evolução tecnológica irá permitir que os nossos dispositivos aprendam mais sobre nós, sobre as nossas preferências (uniões de venda com restaurantes e rede por exemplo) ao ponto de simplesmente podermos perguntar “onde eu devo ir jantar” e surgirem respostas do nosso interesse. Tudo isso embasado na experiência armazenada nos dispositivos e conectadas ao seu perfil de consumo. Um algoritmo que sabe o que você quer antes mesmo que você saiba. 😉

A web 3.0 é tudo sobre a personalização e Web semântica, integrando dados em tempo real em plataformas diferentes simultaneamente. A tecnologia semântica criará um formato significativo em volta de interação humana online e interesses humanos. Este formato permitirá melhor matchmaking e distribuição de conteúdo online, uma ótima oportunidade para o desenvolvimento de marketing e aplicativos, além do melhor controle do isolamento online por meio de controle inteligente.

E você, pronto para o futuro?

1 [ENQUIRE] – Projeto usado para reconhecer e armazenar associações de informação. Foi desenvolvido por Tim Berners-Lee no segundo semestre de 1980 enquanto o mesmo trabalhava no CERN.

Aprenda a criar um perfil do Instagram para Negócios

No mês passado o Instagram anunciou novas ferramentas para negócios (Instagram Business / Instagram para Negócios). Com isso, as empresas poderão não só criar páginas especiais, mas compreender melhor os seus seguidores e fazer crescer os seus negócios online. De acordo com a rede social, as ferramentas estarão disponíveis de maneira gradual nos EUA, Nova Zelândia e Austrália. Nos demais países, incluindo o Brasil, estará disponível ao longo dos próximos meses.
Com as novas ferramentas para negócios empresas de qualquer tamanho podem ser reconhecidas com um perfil muito parecido com a fanpage no Facebook, obter insights sobre os seguidores e posts. Também promoverá mensagens para conduzir os objetivos de todos os negócios dentro do Instagram.

Isso significa que os clientes podem ver a informação valiosa em seu perfil como o seu endereço comercial, informações de contato e links do seu site. Em relação aos insights o Instagram para negócios irá mensurar as informações sobre quais mensagens têm melhor desempenho, em que dias da semana e os horários são melhor para postar o conteúdo da sua empresa. De quebra também uma série de informações demográficas de seus seguidores.
Além disso, o Instagram também habilitou um mecanismo que facilita a promoção de qualquer mensagem compartilhada pelo seu perfil de negócio. Assista o vídeo abaixo e veja com mais detalhes o que mudou e como usar essas ferramentas.
Lembre-se algumas opções ainda não estão disponíveis no Brasil!

O que é Mobile-First?

Você sabe o que é Mobile-First? A era da tecnologia está aí. Não é mais novidade que os dispositivos móveis ultrapassaram os desktops. O uso do 3G cresceu 123% nos últimos 18 meses. Quase metade dos internautas possuem smartphones, sendo que 62% deles têm mais de 25 anos. São mais de 48,3 milhões de usuários pertencentes a classe C. Esta, cresceu 204% em menos de uma década, enquanto a população total cresceu 10%. Mais um dado sobre a classe C: Ela movimenta mais de 495 bilhões de reais em renda própria por ano. Isto é inclusão digital.

Não estou falando dos smartphones que custam R$1500, mas sim dos modelos que usam teclados qwerty e custam R$ 200. Incluir a “massa”, é inclusão digital de verdade.

A grande sacada do momento é o Mobile-First

Se você entendeu os dados citados na introdução desta matéria,  você vai entender que o conceito do Mobile First faz muito sentido, mas vai contra toda uma tradição de desenvolvimento de sites que você está acostumado. A ideia do Mobiles First é que comecemos a desenvolver e planejar projetos web, desde um pequeno site até um grande sistema, primeiramente para dispositivos móveis e somente depois para desktops/notebooks. O caminho era site → adaptação mobile (Mobile Friendly).

Hoje, quem trilha esse caminho ~tradicional~ fica para trás.

Mobile First como funciona

Diferenças do Web Design e o responsivo

A experiência deve ser pensada primeiro para Mobile e o site ser algo à parte dessa experiência. Por isso do termo “Mobile-First” ou “Móvel primeiro”.

Quais as funcionalidades que devem aparecer primeiro na UX do mobile?

O comportamento do consumidor está repleto de “micro momentos” e a UX diz muito sobre isso.  Do momento da primeira pesquisa, contato com o produto, até a decisão de compra e a etapa de fidelização da empresa. São vários momentos. Eis os principais:

See: A audiência está navegando e é impactada por algum conteúdo da empresa despertando a 1ª interação com a marca. Seja ele um vídeo, uma matéria de blog ou afins.

Think: A idéia é reforçar a marca – branding – com seu futuro consumidor. O conteúdo é um pouco mais focado, ainda sem interação de compra. A ideia, mais uma vez, é envolver o seu consumidor. Iniciar a ideia de conversão. Essa etapa deve conter uma micro-conversão).

Do:  O propósito é fechar uma venda, completar alguma etapa/meta importante para o seu negócio. Isso pode ser desde o preenchimento de um formulário de contato até uma venda no seu ecommerce. Você precisa aparecer primeiro, dar ao consumidor o que ele quer e receber o dinheiro em etapas simples e objetivas.

Care: Se o consumidor retorna, ele é seu maior bem. O foco é fazê-lo se sentir especial, bem tratado e com benefícios exclusivos. Isso pode estar em uma estratégia de retargeting ou num disparo de news letter direcionado em especial para ele, com enfoque no comportamento de compra de cada indivíduo (Big Data).

O fato de colocar mobile em primeiro lugar – Mobile First, sacou? 😉 – desfrutamos de uma série de vantagens:

Capacidades técnicas – O uso de acelerômetro, GPS, multitouch, giroscópio, etc.  Tudo isso é proporcionado pela experiência mobile e impossível de acontecer pelo desktop.

Foco – A informação para esta platatorma é diferente do desktop. Pense em como a atenção e conversão do seu público devem ser diferentes nesse ambiente. Informações diretas/precisas, call-yo-action com destaque, menus curtos, atalho para home, campo de busca visível, recursos de busca inteligentes, e por aí vai. Basicamente, Usabilidade e Acessibilidade são as palavras que regem o projeto. A arquitetura da informação, informações que você previa no desktop precisam ser remanejadas, diminuidas e retrabalhadas para que se adaptem nas telas menores. A maioria dos celulares tem algo em torno de 320×480 pixels. Se não tomarmos cuidado, toda a informação pode se perder em uma tela tão pequena. No mundo mobile o simples é a palavra que manda.

É preciso fazer um estudo e chegar a um modelo de aplicação do seu site na plataforma mobile. Uma das alternativas é o menus dropdown. Veja um exemplo:

Diferença email - mobile first
Uma dica para saber as áreas mais acessadas do seu site, antes da construção da experiência mobile, é instalar através do seu Google Analytics uma ferramenta que monitora pelo tempo que você estabelecer os hot spots do site.

Agora, com todas essas dicas, tá mais do que na hora de sair da era jurrássica e vir para a modernidade por que, afinal, Mobile-First, B***! 😉

Tire proveito do Pokémon Go no Brasil

Pokémon Go

Niantic Inc. / The Pokémon Company

Você já deve ter ouvido falar de Pokémon Go, uma verdadeira febre que está tomando conta do mundo. Multidões estão saindo as ruas para capturar os pequenos monstrinhos da Nintendo. Basicamente o game emula em realidade aumentada os bichinhos para que as pessoas capturem-os. Agora você sabia que tem muitas empresas lucrando com isso?

Como funciona o Pokémon Go?

Basicamente no mapa do jogo existem locais que são chamados de PokeStops, esses locais podem ser qualquer lugar como a frente de uma loja ou até mesmo de uma agência bancária e o jogador ao chegar nesse local ele ganha um item ou um bônus para usar no jogo.  Porém nem todas as empresas tem uma parada, e não há atualmente nenhuma maneira de adicionar ou removê-los, por isso é uma questão de sorte que as empresas são capazes de tirar proveito do jogo. Conforme o jogador anda pelo mapa com ajuda do sinal de GPS ele pode encontrar Pokémons para capturar e outros treinadores. Por isso o jogo virou um fenômeno mundial aliou a velha febre dos anos 2000 com a tecnologia de hoje.

O jogo possui uma funcionalidade de atrair jogadores pelo preço de 2 dolares e com isso um mar de pessoas podem aparecer nesse local módulos possuem uma duração de 30 minutos conforme o número de pessoas aumenta esse local se torna um beacon atraindo pessoas e pokemons  ao local. Imagine agora um Pokestop em frente de um restaurante? Ou até mesmo de um café?

PokeStop

Gameplay: Pokémon Go

Nos EUA muitas empresas estão tirando proveito disso oferecendo descontos para quem utiliza esses beacons assim como quem joga o jogo para atrair um número cada vez maior de pessoas. Algumas lojas tiveram a sorte de possuir um Pokestop em frente de suas vitrines e já estão apresentando lucros maiores que antes do fenômeno do jogo. Além dos negócios locais crianças vendendo limonada no Pokestops também está lucrando com isso. Uma ONG no sul do estado da Flórida está utilizando um Pokestop para atrair doações e voluntários.

O Pokémon Go ainda não foi lançado no Brasil mas quando for aproveite e veja se você não é um sortudo com o PokeStop em frente de sua empresa. Aproveite para pensar como atrair jogadores para o local com descontos, produtos e benefícios.

Retargeting e a crise

Reprodução: iStock

Em tempos de crise muitas empresas notaram o desaparecimento da demanda diante dos seus olhos, principalmente o mercado online que está cada dia mais competitivos, hoje para ter a atenção de um internauta custa muito mais que a anos atrás. Por isso com a Os efeitos d estagnação econômica exigem uma renovação na forma e na eficiência para resgatar ou reter seus clientes. Mesmo assim muitas empresas não fazem uso de tecnologias que são simples de serem implementadas e que as vezes já estão habilitadas dentro do Google Analytics! Uma delas é o retargeting.

Como o retargeting funciona?

O retargeting/remarketing pode ser utilizado para fisgar novamente um ex cliente, potencial lead ou visitantes, as regras de remarketing do mercado permitem lojas online e websites a definir perfis de cada usuário para que ele volte essa tecnologia visa capturar esses clientes de acordo com esse perfil e mostrar anúncios de maneira mais efetiva e direcionada. Por exemplo: Uma cliente interessada em vestidos azuis da marca X entrou em um e-commerce para olhar os modelos, a partir daí o mecanismo guarda essas informações de comportamento: cliente, vestido, azul, marca x e guarda essas informações. Logo depois esse cliente saiu e visitou outro site e uma rede social diversos anúncios sobre vestidos, da marca x e da cor azul começam a surgir. Esse exemplo faz com que o retargeting seja simples, mas nem sempre é assim, a funcionalidade existe agora cabe a empresa usar essa funcionalidade para atrair, reter ou até mesmo repescar clientes. Tudo depende da estratégia adotada!

Tudo na medida certa!

Em alguns casos podemos notar que grandes sites de e-commerce utilizam essa funcionalidade ao ponto de se tornar irritante por isso é importante usar esse importante mecanismo com moderação, já que o excesso pode causar repulsa! Na medida certa, o retargeting inteligente só tem a melhorar a percepção do cliente em relação à marca e torna-lo um consumidor recorrente, podendo aumentar a conversão em até 35% desde que feito corretamente e com muito planejamento.

Por isso que o retargeting pode ser uma ferramenta essencial para os tempos de crise já que o principal objetivo é reter clientes e repescar potenciais leads.

Razões para a sua empresa investir no WhatsApp

O WhatsApp veio e revolucionou a maneira como as pessoas se conectam, conversam e interagem. Você se lembra quando as pessoas trocavam mensagens através do Beep/Pagers? (Acredite, eu tinha e me achava sensacional na época), todo o processo de troca de mensagens passava pelas mãos dos usuários, então era direcionado para uma central responsável e, está central ficava encarregada de efetuar a entrega.

Depois dessa “ERA” que para muitos era uma revolução na comunicação da espécie humana, veio com requintes de tecnologia e sofisticação o SMS que por sua vez, deu um BOOM na maneira com que as pessoas se comunicavam, surgiram junto, muitas operadoras de telefonia móvel e essa indústria lucrava milhões por ano. Mas tinha um grande problema, essas empresas não estavam prontas para o aumento significativo ao acesso aos telefones móveis, com mais pessoas aderindo aos serviços e pacotes de SMS, foi se afunilando os problemas em suas centrais de controle, tecnologia e monitoramento, com esses problemas mais comuns, muitas pessoas evitavam tal envio, temendo não ser entregue pela sua prestadora de serviço. O grande desafio então era torna essa comunicação, instantânea e precisa.

Então, foi assim que em 2009, Jan Koum deu vida, para o que chamamos de “O Marco na Comunicação Humana” veio então o WhatsApp, assim revolucionando os problemas de comunicação via mensagens de textos. Empresa que logo foi adquirida pelo Mark e toda sua tropa estrelar do Facebook em 19/02/2014 pelos incríveis 16 bilhões de dólares (Se eu contar para o Mark que tenho o Whats por 3 anos e de graça, acho que ele tem um infarto rs).

Agora chega de informação e vamos para as principais razões:

Mensagens instantâneas:

Essa é uma das principais vantagens do aplicativo. O fato de enviar e receber mensagens de forma instantânea, facilita e muito a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo (vale ressaltar que para o recebimento e envio é necessária uma conexão online 3G/4G ou WIFI). Em suas mensagens procure não se estender e ser bem objetivo, não enviei muitas informações e não seja tão formal, os usuários de WhatsApp buscam uma conversa dinâmica e objetiva.

Mensagens de áudio:

Essa função também é uma das mais utilizadas pelos seus usuários, principalmente quando está dirigindo (aos motoristas de plantão, cuidado ao usar seu aparelho no transito, é uma infração gravíssima e pode lhe render 4 pontos na carteira de habilitação e uma multa de R$ 85,13). Em nossa agência usamos e abusamos desse recurso, e com o tempo fomos notando que áudios longos e carregados de informações, acabavam sendo ouvidos depois e muitas vezes não respondidos, conforme fomos usando o aplicativo, notamos que áudios com a duração de no máximo 45seg são bem mais aceitos e suas respostas possuem um intervalo menor que nos outros áudios.

Valeu ressaltar que o WhatsApp, não foi desenvolvido para aumentar o faturamento da sua empresa, quando for usá-lo de forma comercial, use com o intuito de comunicação rápida, clara e instantânea. Assim você consegue prender a atenção do seu possível cliente e todo o processo de compra flui naturalmente.

Use este recurso como plataforma para tirar dúvidas, notificar sobre novidades e manter sempre o pós-venda. Casando bem as estratégias, sua maneira de interagir com seu consumidor vai melhorar, você passa a ter um entendimento mais claro do que as pessoas querem e a consequência disso é o aumento do seu faturamento.

Acompanhe outras dicas e torne possibilidades em oportunidade clicando aqui.

Otimização de leads

Três, sim 3!, passos ~marotos ~para otimização de SEO e otimização de leads no seu site.

O Google abriu espaço para que os pequenos também tenham visibilidade em um mundo onde apenas os grandes dominavam. As ferramentas de publicação estão cada vez mais em evidência permitindo que pequenas e médias empresas garantam o seu lugar ao sol. Chamo a oportunidade dos grandes e pequenos negócios anunciarem no ambiente virtual de democratização dos anúncios, mas você pode chamar de livre concorrência também!

Acompanhe aqui!

Passo 1: SEO

Antes de criar um anúncio no Google, certifique-se que o monstrinho do SEO esteja a pleno vapor em seu website ( SEO = Search Engine Optimization ) ou – Otimização para motores de pesquisa – que nada mais é que um conjunto de técnicas que têm como principal objetivo tornar mais “amigável” o encontro dessas informações nos buscadores levando ao seu site.

Para os mecanismos de busca, sobretudo para o Google, tudo gira em torno da relevância. Através de palavras-chave presentes no site, selecionamos o conteúdo relevante para campanha visando um melhor posicionamento orgânico desse anúncio. Isso vai otimizar os resultados nas buscas. Busca = Aumento de tráfego para o seu site. O que leva ao termo Lead.

Vou falar já já sobre isso. =P

O princípio é trabalhar o conteúdo de dentro para fora e de fora para dentro, sacou? Palavras-chave no meu site => anúncios no Google com essas palavras embutidas nele levando para o site e fechando um ciclo/experiência = Venda!

Nota: Trabalhe os seus anúncios com o conteúdo/palavras-chave que estejam em seu site e não esqueça do guia de boas práticas, beleza? Beleza. Mais informações e truques você acompanha na comunidade oficial do Google Adwords aqui – https://goo.gl/nC3Lo9 (Não vá ainda! Termine de ler essa matéria, please!)

Exercício

Façamos o seguinte: Imagine um prédio sendo contruído. Consegue imaginar? Agora, pense na escolha dos materiais para a sua fundação/alicerce. Esses “materiais “são as palavras-chave da sua campanha. Quanto mais informações relevantes sobre esse produto/serviço estiverem presentes em seu site, maiores as minhas chances de conversão.

Conversão = Venda ou qualquer outra interação do meu público consumidor com a marca.

A escolha desses materiais vão definir que tipo de edifício você é (edifício = a empresa, tá? Foca aqui!). Agora, pense em como imagina que esse prédio vai ficar ao finalizar a obra. Consegue imaginar? Esse é o objetivo do SEO. A base de tudo, relevância, RELEVÂNCIA!

Lembra da palavra Lead que citei acima? Pois é! Um LEAD é qualquer interação do público que quero atingir gerando experiência com o meu produto ou serviço. Um lead vai desde assistir a um vídeo, um clique no meu ecommerce gerando venda direta de um produto ou serviço (CTA) ou envio de formulário de orçamento através do meu site solicitando cotação. Capicce?

O conteúdo do seu site, ou SEO interno, está direta e indiretamente ligado à sua estratégia de negócios ou o nome chic que usam em marketing, Business Plan.

Passo 2: CTA (Call to Action)

Imagine que a sua obra terminou e que agora quer que as pessoas visitem cada cômodo da casa de maneira prática. Um exemplo que podemos adotar é que o seu objetivo é mostrar aos seus amigos(as) imagens que da sua nova cozinha/copa ou qualquer outro cômodo para que vejam como o acabamento ficou ou se gostam da louça que escolheu. Por exemplo:

“Vejam como a minha copa ficou linda! Imagens aqui – www.visiteaminhacasa.com.br/copa. “

Assim, ao clicar nesse anúncio as suas amigas/audiência vão direto à página destino que é o objetivo da ação (a ação/objetivo seria ampliar as visualizações nas imagens da sua nova cozinha). Chamamos isso de CTA (Call to Action) ou no velho e bom portuga: Chamada para uma Ação. A URL’s devem ser otimizadas. O termo fancy para isso é Vanity URL’s. Uia! (Isso também está embutido na política de boas práticas quando levamos o usuário para a página de destino mais relevante, àquela com o produto ou serviço na chamada da campanha.

(Lembra do alicerce/conteúdo? É bem isso aí.)

O CTA é um convite à audiência sentir-se atraída pelo anúncio e visitar a sua página clicando nele e ter contato direto com a oferta do seu produto/serviço. ( Logo mais abaixo eu dou um esqueminha pra isso. Continue lendo! )

A idéia principal é passar uma sensação de emergência na ação: Ligue, clique, assista ao vídeo! Algo do tipo.

Passo 3: Otimização para dispositivos móveis

No Inbound Marketing ou Marketing de Atração, a otimização para dispositivos móveis é uma regra. Segundo dados divulgados pela Anatel em janeiro de 2015, o número de terminais móveis com acesso à internet cresceu em 99% em comparação com o ano anterior. A previsão é que agora em 2016 o Brasil ultrapasse o Reino Unido, ficando apenas atrás da China, Estados Unidos e Índia, pricipais mercados em atividade. Renegar esse público presente na plataforma mobile é no mínimo dumby! Você não é, tenho certeza.

“Migo, não faz isso! Vem pro mundo mobile!” \o/

A otimização do site e anúncios para mobile influenciam diretamente no SEO do seu site. Invista em responsividade e adapte seu conteúdo para as mais variadas plataformas. Isso vai dar àquele empurrãozinho nas visualizações também, tá? Obrigado, de nada.

Nota mental: Em 2016 – se você não fez isso em 2015 – otimize todas as áreas da sua estratégia de marketing para a experiência mobile. Isso vai ampliar o seu leque de oportunidades com possíveis clientes/prospects. Não negligencie essa plataforma.

Algumas perguntas pra você:

1. As palavras-chave do meu anúncio no Google estão em meu site em uma landing-page específica?

2. O anúncio é idôneo e não ofende ninguém?

3. Ao clicar nele e chegar ao meu site o anúncio é pertinente ao que estou oferecendo?

4. A experiência do meu cliente é boa quando clica no meu anúncio e visualiza o meu

site?

 

Se você respondeu sim a todas as perguntas: Parabéns! Seu site e anuncios têm um grande potencial de conversão.

Se respondeu não a qualquer uma das alternativas: Reveja a sua estratégia. :X

Conteúdo do site + Anúncios com palavras-chave presentes nele = Geração de Leads =>Sucesso! \o/

Eu não deveria fazer isso, mas gostei de você. Vou compartilhar um esquema #Mara! para seu negócio deslanchar:

ak

Chamamos esse esqueminha acima de Funil de Marketing. Uma estratégia para atrair tráfego

para o seu site e gerar otimização do SEO orgânico. Fazendo direitinho, com o tempo, você

pode se tornar uma palavra-chave forte nos mecanismos de busca e reduzir o investimento

nas campanhas de impulsionamento.

A democratização dos anuncios online são uma excelente oportunidade daquele seu produto ou serviço sairem da garagem e ganharem o mundo dos negócios. Saiba aproveitar cada oportunidade como única. A globalização e a internet possibilitam isso: A livre concorrência de todos nessa plataforma virtual de visibilidade. Siga esses três passos ~marotos ~para melhorias imediatas nas ferramentas de busca e maximize as visualizações da sua página, relevância e anúncios.

Seguindo os passos 1, 2 e 3 você amplia as chances de conversão para o seu negócio!

P.S: Depois que você ficar rico(a) e não esquecer de mim, volte aqui e conte a sua experiência nesse post. E, se precisar de alguma ajuda, podem contar com a Edm2. 😉

Só mais uma pergunta: Você tem um site, não é? O.o

Se não tem ainda: Venha para a luzzzzz, Caroline!!!

1 2 3  Topo