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O que é Mobile-First?

Você sabe o que é Mobile-First? A era da tecnologia está aí. Não é mais novidade que os dispositivos móveis ultrapassaram os desktops. O uso do 3G cresceu 123% nos últimos 18 meses. Quase metade dos internautas possuem smartphones, sendo que 62% deles têm mais de 25 anos. São mais de 48,3 milhões de usuários pertencentes a classe C. Esta, cresceu 204% em menos de uma década, enquanto a população total cresceu 10%. Mais um dado sobre a classe C: Ela movimenta mais de 495 bilhões de reais em renda própria por ano. Isto é inclusão digital.

Não estou falando dos smartphones que custam R$1500, mas sim dos modelos que usam teclados qwerty e custam R$ 200. Incluir a “massa”, é inclusão digital de verdade.

A grande sacada do momento é o Mobile-First

Se você entendeu os dados citados na introdução desta matéria,  você vai entender que o conceito do Mobile First faz muito sentido, mas vai contra toda uma tradição de desenvolvimento de sites que você está acostumado. A ideia do Mobiles First é que comecemos a desenvolver e planejar projetos web, desde um pequeno site até um grande sistema, primeiramente para dispositivos móveis e somente depois para desktops/notebooks. O caminho era site → adaptação mobile (Mobile Friendly).

Hoje, quem trilha esse caminho ~tradicional~ fica para trás.

Mobile First como funciona

Diferenças do Web Design e o responsivo

A experiência deve ser pensada primeiro para Mobile e o site ser algo à parte dessa experiência. Por isso do termo “Mobile-First” ou “Móvel primeiro”.

Quais as funcionalidades que devem aparecer primeiro na UX do mobile?

O comportamento do consumidor está repleto de “micro momentos” e a UX diz muito sobre isso.  Do momento da primeira pesquisa, contato com o produto, até a decisão de compra e a etapa de fidelização da empresa. São vários momentos. Eis os principais:

See: A audiência está navegando e é impactada por algum conteúdo da empresa despertando a 1ª interação com a marca. Seja ele um vídeo, uma matéria de blog ou afins.

Think: A idéia é reforçar a marca – branding – com seu futuro consumidor. O conteúdo é um pouco mais focado, ainda sem interação de compra. A ideia, mais uma vez, é envolver o seu consumidor. Iniciar a ideia de conversão. Essa etapa deve conter uma micro-conversão).

Do:  O propósito é fechar uma venda, completar alguma etapa/meta importante para o seu negócio. Isso pode ser desde o preenchimento de um formulário de contato até uma venda no seu ecommerce. Você precisa aparecer primeiro, dar ao consumidor o que ele quer e receber o dinheiro em etapas simples e objetivas.

Care: Se o consumidor retorna, ele é seu maior bem. O foco é fazê-lo se sentir especial, bem tratado e com benefícios exclusivos. Isso pode estar em uma estratégia de retargeting ou num disparo de news letter direcionado em especial para ele, com enfoque no comportamento de compra de cada indivíduo (Big Data).

O fato de colocar mobile em primeiro lugar – Mobile First, sacou? 😉 – desfrutamos de uma série de vantagens:

Capacidades técnicas – O uso de acelerômetro, GPS, multitouch, giroscópio, etc.  Tudo isso é proporcionado pela experiência mobile e impossível de acontecer pelo desktop.

Foco – A informação para esta platatorma é diferente do desktop. Pense em como a atenção e conversão do seu público devem ser diferentes nesse ambiente. Informações diretas/precisas, call-yo-action com destaque, menus curtos, atalho para home, campo de busca visível, recursos de busca inteligentes, e por aí vai. Basicamente, Usabilidade e Acessibilidade são as palavras que regem o projeto. A arquitetura da informação, informações que você previa no desktop precisam ser remanejadas, diminuidas e retrabalhadas para que se adaptem nas telas menores. A maioria dos celulares tem algo em torno de 320×480 pixels. Se não tomarmos cuidado, toda a informação pode se perder em uma tela tão pequena. No mundo mobile o simples é a palavra que manda.

É preciso fazer um estudo e chegar a um modelo de aplicação do seu site na plataforma mobile. Uma das alternativas é o menus dropdown. Veja um exemplo:

Diferença email - mobile first
Uma dica para saber as áreas mais acessadas do seu site, antes da construção da experiência mobile, é instalar através do seu Google Analytics uma ferramenta que monitora pelo tempo que você estabelecer os hot spots do site.

Agora, com todas essas dicas, tá mais do que na hora de sair da era jurrássica e vir para a modernidade por que, afinal, Mobile-First, B***! 😉

Manutenção do Site é importante

Anteriormente aqui no blog falamos sobre a importância de seu ter um site bonito e com conteúdo. Outro ponto importante, e que algumas vezes é deixado de lado é a manutenção do site.

A primeira coisa que as pessoas fazem quando querem saber sobre a sua empresa, é buscar no google algumas informações – por isso a importância de se ter um site, e ao achar, é preciso que seu site tenha aquilo que o seu cliente procura. Poucas coisas são tão ruins quanto entrar em um site e encontrá-lo sem atualizações, ou atualizações de meses, até anos atrás. Muito disso se deve, também, ao crescimento das redes sociais, por isso, muitas empresas acreditam que apenas estar no ambiente social já é o suficiente. Muito pelo contrário, um site desatualizado pode fazer com que a pessoa que procurou a sua empresa desista, e vá buscar informações no concorrente. E é aí que está a importância da manutenção do site da sua empresa.

Seu site é o cartão de entrada para novos clientes, sem ele, ou com ele desatualizado, há chances de você perder um potencial cliente, por isso, procure sempre mantê-lo em dia, e fazendo a manutenção necessária.

Vídeos no ambiente corporativo

Os Vídeos na Comunicação Corporativa

A comunicação interna é fundamental para manter o fluxo de informações aos funcionários e colaboradores, seja qual for o porte da empresa.

Mudanças operacionais, lançamento de produtos, treinamento, objetivos, palestras, pronunciamento do presidente, as comunicações corporativas por vídeo tem-se tornado uma ferramenta muito eficiente, pois, além de possibilitar uma informação clara, é mais atrativo, integra funcionários, motiva, incentiva o diálogo e contribui para o desenvolvimento organizacional, tudo isso sem a necessidade de deslocamento físico.

O método funciona como um “You Tube” interno, onde é possível verificar a audiência, quem visualisou, incluir comentários, compartilhar, etc.

O Boticário, por exemplo, com mais de 2.800 lojas espalhadas no Brasil, além da atuação internacional, devido os gastos com treinamentos e troca de informações sobre novos produtos, optou pela distribuição de seus vídeos corporativos através da web. Além de facilitar todos os processos internos, possibilitou um giro maior das informações, com redução significativa de custos e maior integração entre suas franquias.

Esta é a nova era. Investir na comunicação corporativa por vídeos difundirá o conhecimento de forma unificada, melhorará a eficiência e capacitação dos clientes internos, como também tornará o clima organizacional mais harmonioso, colaborativo e produtivo.

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