midias tradicionais

Campanha contra o abuso infantil

Untitled-2Muitas vezes, as idéias mais criativas são também as mais simples e interessantes.

A Fundación ANAR, da Espanha, uma organização sem fins lucrativos que ajuda crianças e adolescentes em situação de risco, lançou a campanha “Sólo para Niños” para solucionar o problema de crianças que são abusadas e que na maioria das vezes caminham lado a lado de seus agressores.
A criatividade da agência Grey, da Espanha, foi excelente. No mesmo cartaz foram inseridas duas mensagens distintas, mas uma delas é visível somente por crianças. Através de uma imagem lenticular, levando em consideração a altura média de adultos e de crianças até 10 anos, as imagens vão ficando diferentes.

O processo é parecido com aqueles antigos tazos, que mudavam a imagem conforme movimentados.
Assim, enquanto adultos enxergam uma mensagem de conscientização:

“Às vezes , o abuso infantil só é visível para a criança que o sofre”

As crianças visualizam a imagem de uma criança machucada e o número do telefone onde podem encontrar ajuda, com a seguinte mensagem:
“Se alguém te faz algum mal, ligue-nos e nós te ajudaremos”

O Homem e a Publicidade

novos conceitos masculinos

O Homem e a Publicidade

Felizmente a sociedade machista acabou. Aquelas antigas imagens de homens dominadores e conquistadores nas publicidades vem sendo substituidas pelo homem atual, que não tem medo de expor a sua sensibilidade e suas carências. Hoje, o homem, além de desempenhar suas atividades profissionais, é participativo nas tarefas do lar, preocupa-se com sua saúde, seu bem-estar físico e mental, é vaidoso e cuida do seu corpo e da sua pele, sem perder a sua masculinidade.

Como reflexo dessas mudanças sociais, a nova publicidade mostra homens trocando fraldas, preparando alimentos, cuidando das unhas, dos cabelos, da pele e tantas outras atividades, antigamente exclusivas das mulheres.

Com relação aos produtos de beleza, de acordo com pesquisas do IBGE, o segmento masculino já representa 37% do volume total de vendas e movimenta cerca de 15 bilhões por ano. O País só perde para os Estados Unidos, mas calcula-se que alcançará o primeiro lugar no ranking até 2015. Algumas empresas tem focado esse mercado, realizado pesquisas de consumo e lançando novos produtos ou adaptando produtos femininos para o público masculino. São cremes para rugas, dermocosméticos para tratar manchas, flacidez e gordura localizada. A americana Old Spice, criou o slogan “Deixe de ter o cheiro de sua mulher e cheire como um homem”. A Unilever, por sua vez, ampliou a linha da Dove Men com cremes de pentear, condicionadores e xampus.

A Nívea lançou o “3 em 1”, juntando sabonete, xampu e gel de barbear num único produto. Axe e Gillette são outras marcas que investem no mercado masculino. A Axe, na qualidade de suas fragrâncias, enquanto a Gillette trouxe o Body Sensy, um aparelho para raspagem de pelos do corpo.

São novos comportamentos que surgem na faixa etária dos 20 e 50 anos, quebram velhos conceitos e paradígmas e que as mulheres estão adorando:

“Homem desleixado? Nunca mais!”

Marketing e Sustentabilidade

Idéias sustentáveis

Idéias sustentáveis

Antigamente o foco principal do marketing era vender mais. Depois, passou a ser dada maior atenção ao comprador. Hoje, as empresas mais conscientes, começaram a mudar seus conceitos e a enxergar seus consumidores como pessoas que se preocupam com sua saúde, com a saúde do planeta e querem colaborar com um mundo melhor. Então passaram a concentrar o marketing no ser humano, primeiramente para sobreviverem, depois, para obter bons resultados com iniciativas sustentáveis.

Atualmente, o marketing precisa focar o planeta, os recursos naturais, a população, a qualidade de vida, produtos e serviços sustentáveis, preços justos. Mas é muito importante que haja transparência e honestidade. De acordo com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, 85% dos consumidores brasileiros não acreditam nos discursos sustentáveis das empresas.  Esse alto índice é devido a muitos negócios propagarem práticas sustentáveis inexistentes, aproveitando-se do “mercado verde” somente para obterem lucro em cima do tema. Mas há muitas empresas fazendo muitas coisas boas, com ótimas iniciativas, mas que não comunicam ou não sabem transmitir a mensagem de forma adequada para o seu público e acabam perdendo oportunidades, e há, ainda, aquelas que fazem, mostram que fazem, e estão colhendo excelentes resultados com o fortalecimento da marca e lucratividade nas vendas.

Em resumo, o novo marketing empresarial, sustentável, é possível e incentiva mudanças sociais necessárias para tornar nosso mundo melhor.

Marketing e sustentabilidade é, com certeza, um casamento perfeito!

Internet supera jornais

A internet superou os jornais e assumiu o posto de segundo meio preferido para investimentos publicitários no Brasil no primeiro quadrimestre do ano. A participação de portais de notícias, sites de busca e de comparação de preços no período alcançou 11,98% das receitas totais. Os jornais impressos ficaram com 11,06% de um bolo publicitário estimado em R$ 6,5 bilhões.

Ao se consolidar como a segunda maior mídia do Brasil, a internet confirma a rápida ascensão, na esteira da popularização da banda larga: no início de 2010 ela recebeu mais investimentos de publicidade que as TVs a cabo e as rádios e no final daquele ano superou o meio revista. Agora, ao passar os jornais, ela perde apenas para a TV aberta, líder com 60,63% do mercado total de publicidade.

Os dados são do IAB-Brasil, associação que reúne os principais sites e portais de internet do país, além de empresas de tecnologia e agências voltadas ao meio digital. Eles confirmam uma irreversível tendência mundial. Lá fora, em todos os grandes mercados nos quais a banda larga atingiu mais de 40% da população, as verbas publicitárias passaram a migrar de forma acelerada para a internet. Foi assim no Japão, Inglaterra e Estados Unidos, países nos quais a mídia digital responde de 20% a até mais de 30% do bolo publicitário total.

No Brasil, a internet alcança atualmente 82,4 milhões de pessoas com mais de 16 anos de idade. Ou seja, os quase 12% de investimentos registrados no primeiro quadrimestre indicam também que, se um patamar importante foi alcançado ao superar os jornais, o Brasil, apesar de já ter uma penetração de internet semelhante a de países desenvolvidos, ainda tem espaço para chegar aos mais de 20% de share.

“O investimento publicitário na internet vem crescendo de 35% a 40% ao ano”, explica Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil. E esses percentuais não incluem os crescentes investimentos em publicidade em mídias sociais e parte do mercado de anúncios classificados, acrescenta.

O cálculo feito pelo IAB Brasil para estimar a participação do meio internet no conjunto do bolo publicitário leva em consideração principalmente investimentos feitos em sites de busca, em site de comparação de preços e em displays de grande portais de notícia. O termo display é usado no mercado para denominar um conjunto de 146 formatos padrão de anúncios, que inclui desde banners tradicionais até vídeos publicitários de poucos segundos veiculados antes dos vídeos de conteúdo.

No Brasil, no ano passado, os investimentos em displays, contabilizados pelo projeto Intermeios, somaram R$ 1,45 bilhão. Em sites de buscas e comparação de preços foi investido outro R$ 1,88 bilhão, segundo levantamento realizado pelo próprio IAB Brasil junto a companhias como Google, Yahoo! Brasil, MSN e Buscapé.

Fonte: IG, acessado em 23 de Outubro de 2012 as 00:57AM.
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