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ROI e o E-Commerce

ROI

Uma das siglas mais importantes que existem no marketing é o ROI, que em português significa Retorno Sobre Investimento.

O ROI é calculado através do lucro líquido e do investimento feito pela empresa. Essa métrica é fundamental para que possa ser mensurado o resultado de suas ações.

Simplificando, o ROI serve para medir se suas ações estão dando certo ou não. Com ele você visualiza se o que você tem investindo está dando o resultado esperado. Em campanhas de redes sociais, por exemplo, existem diversos indicadores a serem avaliados, como RT’s, comentários, compartilhamentos, curtidas.

Como cada campanha é diferente da outra, você sempre deve ter seu objetivo definido antes da ação ser realizada, assim fica mais fácil de saber onde seu investimento está dando resultado.

Algumas empresas de e-commerce, por exemplo, utilizam dados adquiridos nas redes sociais para saber onde devem investir. Ao verem que um post relacionado a certo produto gera um buzz maior, elas voltam suas ações para que as vendas dele sejam aumentadas.

Nesse caso, o ROI não funcionará apenas para saber se você tem obtido lucro ou não, ele te auxiliará a entender melhor seu público alvo.

As empresas e a grande festa social

Edm2 Midias sociais

As empresas precisam participar da grande festa social

As empresas precisam estar presentes nas redes sociais. Isto é fato. Mas apenas estar presente não basta. A questão é aprender a lidar com as redes sociais e saber interagir com o seu público. Nesse ponto, pesquisas apontam que poucas empresas sabem utilizar as novas tecnologias.

Nas redes sociais, qualquer publicidade deverá levar em consideração a integração ao meio, estabelecendo  vínculos com as pessoas, conhecendo o seu público, para poder atingi-lo de forma adequada, com uma comunicação transparente e personalizada, que agregue valor .

As empresas precisam estar presentes onde o seu público está, usar os recursos e aplicativos que as novas tecnologias disponibilizam para enriquecer suas marcas e vender seus produtos. Podemos afirmar que uma marca não existe se ela não for vista. Com o crescimento das redes sociais, é preciso adequar a estrutura e acompanhar o movimento, como participante de um evento social. Se a empresa foca massivamente seu objetivo de vender, acaba transmitindo uma imagem negativa e grosseira. Há também aquelas que criam lindas vitrines, mas ficam estagnadas, apenas esperando acessos. Isso não funciona nas redes sociais, pois as pessoas querem interagir e opinar.

Essa integração também deve ser interna, com o alinhamento e a participação dos profissionais envolvidos no negócio colaborando na formação desse ambiente social. É preciso também aprender a lidar com comentários negativos. Quando isso acontece, a tendência é silenciar, o que acaba gerando um conflito ainda maior. Ser transparente e dar a atenção devida é muito importante para fortalecer a confiança e estreitar relacionamentos.

As mídias sociais são canais que envolvem milhares de pessoas e é preciso estar presente.  Saber transmitir sua mensagem é o foco principal para valorizar sua marca e produtos. E, se não sabe como fazer, fale com a gente:  http://www.edm2.com.br/empresa/faleconosco

O SAC das redes sociais

 

Edm2 Com o crescimento de empresas e pessoas ativas nas redes sociais, as comunicações diretas entre fornecedores de produtos e serviços e o público vem crescendo a cada dia.

O consumidor  atualmente tem utilizado com muito mais frequência as redes sociais para interagir com as empresas por considerar esse meio mais eficiente e rápido, seja para elogiar, reclamar ou até mesmo dar sugestões.  Ao mesmo tempo,  esse mesmo consumidor espera receber  atenção e ser atendido na mesma velocidade.

Pesquisas recentes indicam que a maioria dos usuários das redes sociais desejam respostas algumas horas após sua mensagem ou, no máximo, no mesmo dia, principalmente se forem motivadas por alguma reclamação.

Uma boa interação e qualidade no atendimento é essencial, pois a imagem da empresa pode ficar seriamente afetada, colocar em risco resultados esperados de uma estratégia de marketing ou do lançamento de novos produtos ou serviços, pois para um cliente a opinião dos demais consumidores é levada muito em conta.

Uma boa alternativa para agilizar o atendimento é padronizar as informações, mas além de diminuir o tempo de resposta ao seu público, é fundamental apresentar soluções que satisfaçam seus clientes.

O consumidor frente à Informação

É fundamental perceber a mudança de cultura, e de interação com o mundo que
vivemos atualmente. O comportamento do consumidor frente à informação e ao
posicionamento de empresas e marcas, dá para inferir algumas tendências para o
novo ano que se aproxima.

Organização, Tecnologia, Cultura

Organização, Tecnologia, Cultura

1) Customização. A comoditização de marcas e produtos já está levando os
consumidores a ansiar por exclusividade e personalização (daí o sucesso do
Pinterest, por exemplo, já que cada um cria seu próprio painel de preferências). As
marcas passarão a investir mais em autenticidade e experiências individuais e sob
medida, permitindo que as pessoas efetivamente controlem o que querem fazer ou
comprar. A chance de customização passará a ser um diferencial para produtos e
serviços.

2) Integração entre redes sociais e bancos de dados. Quem é o seu cliente?
Onde ele compra, o que ele compra, a que horas, sozinho ou com amigos, de
que outras coisas ele gosta, que tipo de comentário ele costuma postar nas
redes sociais sobre os produtos que adquire, que tipo de produto ele gostaria de
comprar… inúmeras questões cujas respostas estão soltas em diversos canais e
pontos de contato e que precisam ser “amarradas”. Ao sincronizar as atividades
nas mídias sociais com os bancos de dados dos clientes, dá para tirar informações
comportamentais e elaborar mensagens e ações mais dirigidas. Aprimorar a
personalização desses conteúdos pode levar efetivamente o consumidor a uma

ação desejada e um relacionamento mais significativo e duradouro com as marcas.

3) Conteúdo sob demanda. Na esteira da customização, crescerá a expectativa
por ações que vão ao encontro das preferências de cada consumidor
individualmente. Isso inclui propor conteúdos específicos de acordo com o
interesse de cada consumidor, “lendo” as suas várias facetas. Um exemplo é o
que já faz o Zite, espécie de revista eletrônica que, com base no que você posta
no Twitter ou Facebook, sugere leituras (artigos) de interesse. Ou o que faz a
Amazon, capaz não só de te reconhecer como um visitante de retorno mas de
indicar outras leituras com base em suas compras anteriores. Esse marketing
absolutamente individualizado é muito mais eficiente.

4) Curadoria de conteúdo. Mesmo com esse marketing “inteligente”, a
quantidade de informações às quais somos submetidos todos os dias é
exorbitante. Oferecer serviços de curadoria sob medida é um nicho ainda pouco
explorado.

5) Imagens. O conteúdo será cada vez mais visual. Menos texto, mais imagens.
Fotos, vídeos e infográficos serão cada vez mais importantes para compartilhar
nossa visão de mundo, pois são de fácil e rápido consumo. O sucesso do
Pinterest (uma grande colagem das suas fotos preferidas sobre os mais variados
temas) e do Instagram (que permite aplicar efeitos interessantes em suas
fotos) durante 2012 é uma prova. Modificações introduzidas este ano pelo
Facebook e pelo Twitter, abrindo a possibilidade de utilizar imagens no perfil do
usuário, e a integração entre os diversos aplicativos e plataformas, permitindo o
compartilhamento das fotos que você quiser, dão impulso adicional à tendência.

6) Compartilhamento. Cada vez mais, experiências de vida só vão parecer
relevantes e memoráveis se compartilhadas com o maior número possível de
pessoas. Crescerão as ferramentas que permitem que você integre todos os
aplicativos que utiliza e associe conteúdos em diferentes websites.

7 ) Telas mobile. Para esse compartilhamento, pessoas e empresas devem
considerar que equipamentos mobile são cada vez mais comuns. Smartphones
e tablets terão uso cada vez maior e websites que não estiverem programados
para isso serão mal vistos. Segundo levantamento do banco Morgan Stanley, de
apenas um ano para cá o número de smartphones no mundo deu um salto de
42%, chegando a 1,1 bilhão. Apesar do estrondoso crescimento, os smartphones
ainda representam apenas 17% do total de 5 bilhões de celulares em uso no
mundo.

8 ) A qualquer tempo e em qualquer lugar. Foi no quarto trimestre de 2010 que
o número de smartphones e tablets no mundo ultrapassou o de PCs – e aí que se
viu o início de uma mudança de cultura, a exemplo do que aconteceu em 2002,
quando o número de celulares suplantou o de telefones fixos. Como decorrência
do boom mobile, o nível de exigência das pessoas por informações em tempo real
na sua telinha portátil tende a aumentar, e os profissionais de marketing podem
pensar em ações para atender essa demanda. Para se ter uma ideia, o número
de adultos com tablets nos Estados Unidos pulou de 2% em 2009 para 29% em
2012, segundo o Pew Research Center. Outra prova cabal: neste Natal, o maior
desejo de quase metade (48%) das crianças de 6 a 12 anos nos Estados Unidos é
um iPad, à frente até do videogame Wii (39%). Em terceiro, supresa! O iPad mini
(36%). Ou seja, até as crianças estão totalmente plugadas. Os números são da
Nielsen.

9 ) SEO = conteúdo + compartilhamento. Foi-se o tempo em que o importante
era usar estratagemas e palavras-chave para que os algoritmos das ferramentas
de busca “enxergassem” melhor a marca. Agora, o que dá realmente resultado é
conteúdo relevante, que as pessoas compartilhem e para os quais gerem links.
Search Engine Optimization (SEO), mídias sociais e conteúdo não são mais canais
separados ou práticas segmentadas.

10 ) Mídias sociais como mainstream. Basta parar um minuto e pensar: como
fico sabendo das coisas e busco informação hoje em dia? A resposta pode passar
por jornais online, blogs que compilam fatos e opiniões e até por noticiários na TV.
Mas com certeza incluem o Facebook, o Twitter ou o LinkedIn, por uma simples
razão: as mídias sociais já viraram mainstream, ou sejam, competem de igual para
igual na geração e compartilhamento de conteúdos.

11 ) Crowdsourcing para produção de conteúdo. Envolver os clientes em ações
para desenvolvimento ou melhoria de produtos é prática já popular. Mas a partir
de 2013 vai se tornar mais relevante fazer isso, pois a demanda dos consumidores
por participação aumentou.

12 ) Online X offline? Esqueça. As pessoas não percebem mais essa separação.
Vão em busca de uma experiência autêntica, preparada para elas individualmente,
que transite em um mundo só, sem fronteiras entre online e offline.

O mercado está mudando você está preparado?

Foi publicado em diversos jornais estados-unidenses dados das vendas de produtos de tecnologia ao consumidor final, de acordo com o IDC, os Smartphones já superaram em duas vezes em os PCs (Personal Computers, Computadores Pessoais) em quantidade de distribuição. Isso quer dizer que as vendas de Smartphones já superou a venda de computadores no mundo.

Mas o que isso significa para você?
É simples, com o aumento de vendas de smartphones, o seu consumidor muda de lugar, o jeito que seus clientes acessam as informações também. O que antes era acessível apenas pelo computador agora pode ser acessado de qualquer lugar. Por isso é importante que seu website e seu conteúdo esteja disponível para a tecnologia mobile.

A Edm2 é expert em adaptar seu conteúdo atual para tecnologias móveis, conheça nossos serviços e prepare sua empresa para o futuro.

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