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Pense mais no seu cliente do que no seu concorrente!

Análise de concorrente: Pense no seu cliente

Acervo: Edm2

As empresas nos dias de hoje estão obcecadas em se manter a frente dos concorrentes. Vejo muitas delas falando sobre sites, redes sociais, email marketing e vários outros meios de propaganda que os outros fazem. Mas o que tenho notado é que a maior dificuldade atualmente é se manter alinhado com seu cliente e não com o concorrente. Não quero dizer que observar a concorrência seja ruim, mas observar o cliente é muito mais importante.

Uma razão para tal é que as pessoas estão se tornando cada vez mais digitais de maneira muito mais rápida que as empresas. Pense, por exemplo, que as pessoas são como pequenas empresas, elas estão mudando o seu comportamento (processos) de compras, aquisição de talento, aprendizado, finanças etc. Agora traduzindo esse comportamento para canais digitais teremos: e-commerce/mobile commerce, cursos EAD (distância), fintechs (paypal, nubank etc). Assim como as pessoas, a sua empresa está seguindo essa mesma tendência?

Com isso, as expectativas do cliente mudaram também. Muitos não estão mais comparando com a concorrência e sim, com aqueles que oferecem o melhor atendimento. Ou seja, às vezes o seu serviço ou produto é mais caro, porém o atendimento é melhor que o do seu concorrente. O bom atendimento é a mais poderosa ferramenta de fidelização da atualidade.

Então como transcender a essa expectativa do cliente?

Montei algumas ideias de como superar a expectativa na era do barato, bom e rápido:

Grande e pequeno: Combine a velocidade, agilidade e criatividade de ser pequeno com o âmbito, a dimensão e influência de ser grande.

Complexo e simples: Gerenciar os sistemas e processos complexos, enquanto a criação deve ser simples e elegante para os clientes.

Global e pessoal: Alcance o maior número de pessoas, mas seja relevante e sob medida para cada cliente. Essa é a essência de todos os serviços da Edm2.

Os clientes querem ter poderes e não serem controlado. Aja com empatia

Antigamente, você direcionava o que o cliente teria que fazer, comprar e agir. Hoje isso virou um verdadeiro crowdsourcing. Ou seja, você terá que envolver o cliente com toda a empresa para chegar a uma solução. Reciprocidade começa a reinar. A cada dificuldade no projeto interagir e procurar a solução juntos não é um sinal de fraqueza, mas sim de transparência. Isso faz com que o cliente sinta-se parte do processo.

O cliente começou a pensar de maneira não linear

Os clientes de hoje esperam que você esteja onde eles estão, entregar o que eles querem, quando querem e como querem. Os clientes vão esperar que na próxima vez que falar com qualquer pessoa da sua empresa, todos estejam envolvidos com o que está acontecendo. Basicamente, fechar um negócio se tornou algo que não envolve apenar o vendedor, mas sim todos os seus colaboradores.

Para preparar a sua empresa para a era do cliente 3.0 deve-se alinhar:

Estratégia: deve ir além de análise de mercados, fazer planos, espiar concorrentes e prever o futuro. Estratégia também tem de construir capacidades e transformar a cultura da empresa.

Personalização: direcionar a linguagem e direcionamento do trabalho feito para que o cliente sinta-se exclusivo. Todo processo deve ser alinhado de acordo com o perfil das necessidades de cada cliente.

Social: não pode ser considerada simplesmente como um canal de postagens. Mas deve ser feito para a construção de relacionamentos genuínos. Para ter um bom relacionamento você precisa possuir canais de interação com o seu cliente, independente da industria ou segmento que você está atuando.

Ser leal: precisa ser mais do que acumular pontos por prêmios. Para ser genuína e duradoura, a lealdade precisa ser recíproca. Se você quer lealdade, você tem que ser fiel também!

Operações: precisam ir além da eficiência da empresa para a eficiência do cliente. Como você pode otimizar para ajudar os clientes a obterem mais de seu tempo e esforço, e não apenas o dinheiro deles?

Como posso começar?

Bom… se você está lendo esse artigo até aqui já é um bom começo. Reinventar, questionar e aprimorar são importantes para qualquer empresa. Por isso, pare de pensar no que o concorrente faz, pense em como você pode melhorar o relacionamento do seu cliente. Assim você não precisará se preocupar tanto com que as outras empresas de seu segmento estão fazendo.

Dúvidas? Me mande um email no edanton@edm2.com.br que podemos conversar mais a respeito ou deixe um comentário aqui!

Dicas de como driblar a crise de um pequeno comércio

Acervo: iStock

Acervo: iStock

Mesmo em uma época desafiadora para a economia ainda existem maneiras de driblar a crise e manter as vendas ou até mesmo evitar com que a queda seja maior, o comércio varejista é um dos primeiros setores a sentir o freio no consumo das famílias principalmente por conta do alto endividamento em que muita gente se encontra hoje. Por isso para que você consiga evitar um cenário ainda pior para as vendas do seu comércio bolamos algumas dicas fáceis e simples de serem executadas.

Olhe para dentro do seu negócio

A primeira coisa que um comerciante deve fazer é olhar dentro do seu próprio negócio: Avaliar o que pode ser otimizado e também estimular a equipe para que todos possam participar na solução do problema. O momento exige muito estudo e ponderação para avaliar o que pode ser aprimorado principalmente os custos fixos e investimentos do negócio. Acreditamos ser muito importante fazer uma revisão em todos os processos. Por exemplo, focar em um bom atendimento que possam gerar grandes chances de conversão de compras. O cliente bem atendido gera mídia espontânea, que atrai novos clientes. É como se fosse um ciclo. Investimentos em fidelização também são válidos, pois conquistar um novo cliente exige mais investimento que manter os atuais. Criar promoções atraentes incentivando a compra e também oferecer um leque de produtos acessíveis também é uma boa alternativa.

Como posso lidar com a queda das vendas?

Ser criativo, é muito importante nesse momento. Essa criatividade vem como impulso para renegociar o que pode ser renegociado, como por exemplo os custos fixos. Não significa sair cortando todos os gastos, é preciso traçar estratégias de readequação para que seja cortado somente o necessário. Muito cuidado com cortes que podem prejudicar e não melhorar a situação. A participação da equipe na criação das estratégias para enfrentar esse momento de baixa na economia é importante e pode ser um diferencial. Ela irá oferecer um feedback mais assertivo e direcionado sobre a situação do estabelecimento. O proprietário precisa ser participativo no processo de vendas para que essa proatividade possa ser mais uma força de melhoria contínua para o negócio.

Como posso continuar a atrair clientes?

Invista em ferramentas digitais. O mundo está cada ver mais conectado e por isso é preciso estar onde o seu cliente está. Recomendamos o uso das redes sociais a favor da empresa. Por exemplo, tenha um bom site, crie experiências e desperte interesse, pois isso incentiva o seu cliente e consequentemente ganha visibilidade. Firme parcerias com outros comerciantes da região, porque essa união pode gerar uma ajuda mútua para conquistar novos clientes.Não existe possibilidade de atrair clientes sem investimento portanto todo investimento focado em atrair clientes deve ser mantido ou otimizado, milagre em pote não existe portanto vá atrás de seus clientes e procure ferramentas que possibilitem fazer isso!

Ser criativo é fundamental. Converse com a sua equipe, com o seu cliente procure saber o que eles querem, não tome decisões sozinho converse com seus amigos e familiares, com outros comerciantes, procure saber o que está dando certo para adaptar o seu negócio à medidas mais favoráveis. Saia da zona de conforto e não tenha medo de ousar. Não é porque o seu concorrente não faz que você não deve fazer!!

 

O que é Branding?

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O termo branding tem gerado muitas dúvidas para empresas, e até profissionais de marketing, e em algumas ocasiões acaba sendo usado de forma errada. O número de ações de “branding” tem crescido visivelmente, e as empresas passaram a investir pesado nesse tipo de ação.

Afinal, o que é Branding? Para explicar menor, vamos do começo. Brand, ou marca, é um conjunto de percepções que representam o seu produto, serviço ou organização. O que para a marca é a imagem que o público tem dela. Sua marca não é apenas o slogan, ou a identidade visual da empresa, essa parte é o “visível”. A importância da marca é o valor percebido, ou seja, é intangível.

Nessa parte é que entra o branding, de fato. O objetivo dele é fortalecer sua marca com o público, mostrar que ela é importante, que sua marca tem aquele “a mais” que o cliente procura, e que seu produto/serviço é o que ele precisa. O branding procura atrair clientes para a sua marca sem que você tenha que caçá-los com outros tipos de estratégia, muitas vezes mais caras.

Os clientes procuram mais do que algo diferente, eles procuram relevância. Então seja relevante, e mostre que sua marca é aquilo que o seu cliente precisa.

Os shoppings center estão morrendo?

Um fotografo americano publicou recentemente um livro que retrata a decadência dos shoppings centers nos EUA. O livro apresenta diversas fotos de locais que hoje estão abandonados.

Seguindo a maré contrária, cada vez mais shoppings têm sido inaugurados no Brasil. Existem, hoje, aproximadamente 500 shoppings no país, e pelo menos mais 30 são esperados até o final do ano.

Em pesquisa realizada recentemente pelo Ibope mostra que 36 dos estabelecimentos inaugurados ano passado estavam com quase metade das lojas fechadas no momento da abertura. E em 21 dos inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação era de 38%.

O mais provável é que isso seja fruto do crescimento do e-commerce. As lojas atuais tem procurado atingir o público na plataforma online. Já o consumidor vê a praticidade da compra pela internet, onde, diferente dos shoppings, não há transito para chegar, não há fila de estacionamento.

E você, o que acha? Os e-commerce estão “matando” os shoppings centers?

O Homem e a Publicidade

novos conceitos masculinos

O Homem e a Publicidade

Felizmente a sociedade machista acabou. Aquelas antigas imagens de homens dominadores e conquistadores nas publicidades vem sendo substituidas pelo homem atual, que não tem medo de expor a sua sensibilidade e suas carências. Hoje, o homem, além de desempenhar suas atividades profissionais, é participativo nas tarefas do lar, preocupa-se com sua saúde, seu bem-estar físico e mental, é vaidoso e cuida do seu corpo e da sua pele, sem perder a sua masculinidade.

Como reflexo dessas mudanças sociais, a nova publicidade mostra homens trocando fraldas, preparando alimentos, cuidando das unhas, dos cabelos, da pele e tantas outras atividades, antigamente exclusivas das mulheres.

Com relação aos produtos de beleza, de acordo com pesquisas do IBGE, o segmento masculino já representa 37% do volume total de vendas e movimenta cerca de 15 bilhões por ano. O País só perde para os Estados Unidos, mas calcula-se que alcançará o primeiro lugar no ranking até 2015. Algumas empresas tem focado esse mercado, realizado pesquisas de consumo e lançando novos produtos ou adaptando produtos femininos para o público masculino. São cremes para rugas, dermocosméticos para tratar manchas, flacidez e gordura localizada. A americana Old Spice, criou o slogan “Deixe de ter o cheiro de sua mulher e cheire como um homem”. A Unilever, por sua vez, ampliou a linha da Dove Men com cremes de pentear, condicionadores e xampus.

A Nívea lançou o “3 em 1”, juntando sabonete, xampu e gel de barbear num único produto. Axe e Gillette são outras marcas que investem no mercado masculino. A Axe, na qualidade de suas fragrâncias, enquanto a Gillette trouxe o Body Sensy, um aparelho para raspagem de pelos do corpo.

São novos comportamentos que surgem na faixa etária dos 20 e 50 anos, quebram velhos conceitos e paradígmas e que as mulheres estão adorando:

“Homem desleixado? Nunca mais!”

As empresas e a grande festa social

Edm2 Midias sociais

As empresas precisam participar da grande festa social

As empresas precisam estar presentes nas redes sociais. Isto é fato. Mas apenas estar presente não basta. A questão é aprender a lidar com as redes sociais e saber interagir com o seu público. Nesse ponto, pesquisas apontam que poucas empresas sabem utilizar as novas tecnologias.

Nas redes sociais, qualquer publicidade deverá levar em consideração a integração ao meio, estabelecendo  vínculos com as pessoas, conhecendo o seu público, para poder atingi-lo de forma adequada, com uma comunicação transparente e personalizada, que agregue valor .

As empresas precisam estar presentes onde o seu público está, usar os recursos e aplicativos que as novas tecnologias disponibilizam para enriquecer suas marcas e vender seus produtos. Podemos afirmar que uma marca não existe se ela não for vista. Com o crescimento das redes sociais, é preciso adequar a estrutura e acompanhar o movimento, como participante de um evento social. Se a empresa foca massivamente seu objetivo de vender, acaba transmitindo uma imagem negativa e grosseira. Há também aquelas que criam lindas vitrines, mas ficam estagnadas, apenas esperando acessos. Isso não funciona nas redes sociais, pois as pessoas querem interagir e opinar.

Essa integração também deve ser interna, com o alinhamento e a participação dos profissionais envolvidos no negócio colaborando na formação desse ambiente social. É preciso também aprender a lidar com comentários negativos. Quando isso acontece, a tendência é silenciar, o que acaba gerando um conflito ainda maior. Ser transparente e dar a atenção devida é muito importante para fortalecer a confiança e estreitar relacionamentos.

As mídias sociais são canais que envolvem milhares de pessoas e é preciso estar presente.  Saber transmitir sua mensagem é o foco principal para valorizar sua marca e produtos. E, se não sabe como fazer, fale com a gente:  http://www.edm2.com.br/empresa/faleconosco

Use o marketing contra a crise

Marketing não serve apenas para desenvolver produtos, divulgá-los e entregá-
los ao público alvo.

Uma das funções é responder ao mercado sobre dúvidas
ou falhas de um produto ou serviço, antes que as mesmas deteriorem a marca
e a reputação da empresa.

Este trabalho tem a ver com relações públicas, e
com a política de atendimento e pós-venda da organização.

Neste ponto, percebemos que a maioria das pequenas empresas não se
prepara para uma situação de crise. Quando um produto dá defeito, ou gera
algum acidente, ou quando a empresa falha em alguma etapa do seu processo
de marketing (desenvolvimento, produção, venda, entrega e atendimento,
por exemplo), ela não possui estratégias e planos de ação para minimizar os
acontecimentos.

Veja abaixo três dicas para lidar com uma crise na sua empresa:

1. Esteja presente
A empresa precisa estar presente nos canais de comunicação que seu público
alvo também está. Ou seja, não importa agora ficar pensando se vale ou não
a pena participar de alguma rede social, ou algum espaço de interação com o

mercado no qual seu consumidor está presente: a empresa precisa participar,
tem que estar junto, ouvindo e respondendo o seu público.

2. Planeje estratégias
Se um cliente reclama sobre seu produto, e você não diz nada a respeito, está
contribuindo para que aquela informação se torne verdadeira, e se espalhe
pelo mercado. A resposta da empresa, portanto, tem que ser rápida e muito
bem explicativa, permitindo que todos os demais clientes e/ou potenciais
consumidores entendam o fato, percebam que a empresa está atenta, e
saibam que a solução já está sendo trabalhada.

Uma reação rápida e eficaz da empresa perante uma situação de crise ajuda
na construção de uma imagem de respeito e credibilidade.

3. Assuma o erro
Mesmo que a situação demonstre uma falha de produto ou de algum aspecto
de gestão, a empresa não deve esconder isso do cliente. Deve assumir o erro,
já mostrar como está trabalhando para consertá-lo no presente e evitar que
o mesmo ocorra no futuro. Esse deve ser o trabalho da empresa: assumir,
reparar e melhorar para o futuro.

Quando o cliente percebe que a empresa é como o ser humano, que pode
errar, mas está disposta a ouvir, rever o erro e melhorar, ele também se
envolve com este processo, ajudando a empresa. Ao invés de um cliente
insatisfeito e talvez um ex-cliente, ele se torna um parceiro, ajudando na
melhoria do produto e construção da marca.

Fonte: Exame.com

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