marketing digital

Dicas de como ter um email marketing efetivo

O email marketing ainda nos dias de hoje é uma estratégia usada por muitas empresas e que apresenta um ótimo potencial, já que eles trazem um custo menor e um alto ROI. Mas não pense que fazer e-mail marketing é algo simples. É preciso uma estratégia bem desenha e efetiva, que te diferencie dos demais e não deixe quem recebe irritado com os e-mails. Pensando nisso, separamos algumas dicas para a sua estratégia de e-mail marketing.

Assunto do Email marketing – Deve ser cativante 🙂

Essa com certeza é a principal chave para um e-mail marketing assertivo. É importante entender seu público e criar chamadas que atraiam interesse de quem recebe, caso contrário, o conteúdo dele acaba nem sendo conhecido.

Datas Especiais – Uma forma de lembrarem da sua empresa 

As datas comemorativas são as principais oportunidades para envio de email marketing. Porém, você não precisa ficar preso as datas tradicionais, você pode criar datas de acordo com o seu negócio, trazendo ainda mais oportunidades de mercado.

Seja criativo e pense fora da caixa

É importante que seu e-mail marketing traga sem um tom bem-humorado, afinal, ele é uma forma de demonstrar a alegria da sua empresa. Utilizar GIFs, CTAs mais coloridos e personalizados e a emojis, trazem um tom mais divertido e que atraem o leitor para o seu site. Tome cuidado com o excesso de links!

Não faça SPAM! Use listas opt-in 

Use listas opt-in ou de pessoas que realmente se cadastraram para receber o seu conteúdo; Fale com quem quer escutar!

3 Tendências de Mídias Sociais Para Seguir

O ano já está chegando ao fim, e durante 2017, diversas novas tendências e estratégias para as mídias sociais surgiram.

Por isso, e hora de analisar o que foi feito e repensar estrategias para 2018, com tendências que cresceram durante este ano e tem tudo para fazer ainda mais sucesso no ano que vem.

Conteúdo ao vivo

O conteúdo ao vivo no facebook teve um crescimento gigante durante este ano, principalmente entre páginas de jornal e canais de televisão, como a Folha e o Esporte Interativo, realizando entrevistas e cobrindo eventos.

Mas não foram só eles os responsáveis por esse crescimento de estratégia. diversas marcas também se utilizaram dos vídeos ao vivo para mostrar presenças em eventos e trazer informações relevantes.

Com os vídeos ao vivo disponíveis tanto no Facebook quanto no Instagram, as marcas criaram laços de envolvimento com quem não estava presente em algum evento ou ação através da ferramenta.

E-commerce nas redes sociais

As principais redes sociais implementaram novas formas de se comprar produtos diretamente de seus apps.

Com isso, algumas marcas passaram a focar em call to action em fotos de produtos e serviços oferecidos, aumentando suas taxas de conversão.

Conteúdo Humanizado

Trazer o seu consumidor para perto de você passou a ser prioridade. O diferencial, hoje, é criar laços e trazer a sua marca de forma mais palpável para ele.

Esse tipo de conteúdo mostra outro lado da sua marca, com conteúdos mais autênticos.

Alguns exemplos desse conteúdo são vídeos de bastidores, sorteios.

Melhore o SEO com dicas simples

Administrar um site e-commerce não é uma tarefa tão fácil, além da preocupação com o próprio site, existem as diversas estratégias a serem pensadas para atrair cada vez mais compradores e clientes fiéis ao seu site.

Separamos algumas estratégias fundamentais que devem ser abordadas em um planejamento de e-commerce para que ele tenha melhores resultados.

SEO

Construir e aplicar uma estratégia efetiva de SEO é um dos primeiros passos a serem dados em um e-commerce. É através da construção deles que você conseguirá atrair um tráfego mais qualificado para o seu site.

O ideal é determinar palavras-chave que estejam de acordo com a sua loja virtual, aumentando cada vez mais as chances de um novo interessado no que você tem a vender. E, quanto mais interessados, maior a probabilidade de compra.

MARKETING DE CONTEÚDO

O marketing e conteúdo são fundamentais para as estratégias de e-commerce. Além de ajudar no rankeamento de mecanismos de busca, algo muito importante para o tráfego do site, ele também passa autoridade naquilo que você faz.

Uma página de facebook atualizada e com informações importantes é algo necessário. Em alguns casos, possuir um blog também é ótimo, já que é mais uma forma de atrair e fidelizar clientes.

REMARKETING

Já falamos por aqui sobre o remarketing e de sua importância para os e-commerces. Ele tem a responsabilidade de ajudar no aumento das taxas de conversão, direcionando anúncios para quem entrou no seu site, mas não efetuou comprar.

Com as impressões pós-visita, aumentam as chances de você atrair novamente quem acessou, ficando cada vez mais próximo de fidelizá-lo.

PÓS-VENDA

Esse talvez seja um dos mais importantes aspectos de um e-commerce, já que é o momento de fidelizar seus clientes.

Procure levar a melhor experiência de compra para os seus clientes, pontos que são de suma importância para quem compra e fazem com que eles voltem a comprar.

O que é WEB 3.0?

Web 3.0A web que você conhece atualmente vai morrer.
Muitas mudanças ocorreram desde 1980, quando o conceito do navegador  WWW (World Wide Web) foi usado pela primeira vez em um projeto paralelo criado para o CERN (Organização Européia para Investigação Nuclear), o ENQUIRE¹.   Esse projeto já esboçava alguns traços que seriam adotados mais tarde , no final da década de 90. O projeto, inicialmente, tinha o intuito tornar mais fácil o compartilhamento de documentos e pesquisa entre os colegas de Lee.  Ao que parece, deu muito certo, não é mesmo?
Hoje, fala-se muito na virada da WEB 3.0. Antes de falarmos sobre ela, vamos recaptular as irmãs mais novas:

WEB 1.0


Essa foi a primeira etapa na evolução conceitual da World Wide Web e, basicamente, nessa fase a internet só permitia a troca de informações de maneira estática. Você pode identificar essa etapa no começo dos anos 90 com uma infinidade de páginas de empresas e instituições recheados de “Página em Construção”.  Ainda não estávamos preparados para isso. Exigia-se uma organização dos dados. Essa era foi  quando começamos a utilizar os e-mails, a participar em fóruns, podíamos ler textos e ver imagens – a Era da Web de Conteúdo. As informações surgiam e precisavam ser catalogadas nesse lugar chamado INTERNET.

Mesmo muito diferente do que conhecemos hoje, a internet foi uma revolução para todos aqueles que dependeram toda a vida de bibliotecas, correios e telefones para trocar informações, aprender ou consultar. Usamos essa fase para catalogar todas as informações virtualmente. Agora que a casa está arrumada, partimos para uma nova fase.

WEB 2.0

Eis que surge uma nova fase, a da WEB 2.0, lá pelo ano 2000.

Ela se destaca da web anterior pelas possibilidades de interação no ciberespaço, sobretudo através das mídias sociais. Tínhamos entrado na Era Web da Comunicação e aqui, neste tempo e espaço, surgem 3 principiais segmentos que vão se anexar à nova era digital: o mercado, a comunicação e o entretenimento.

O mercado enxergou a potencialidade das mídias digitais como meio de captação ou fidelização de seus clientes, com custos muito menores que as mídias tradicionais ofereciam (e com possibilidades de uso de imagem, som ou audiovisuais também).  A internet acaba por permitir que as empresas pudessem entrar diretamente dentro dos seus aglomerados populacionais digitais e também que pudessem comunicar com os seus clientes de forma otimizada (Social commerce, Ecommerce, etc) e com este novo modelo de comunicação surgem os blogs, sociais networks, wikis, messengers, crowdsourcing, mídias sociais, aplicativos móveis, etc. Já no entretenimento, surgem os  vídeos virais, widgets, P2P, dentre outros.

Sabemos que neste momento a web 2.0 já atingiu o seu ponto máximo e que por meio da evolução de smartphones e o melhoramento contínuo da tecnologia, uma Web 3.0 está ganhando forma, com mais ofertas e mais soluções de navegação, permitindo aos consumidores pesquisar informações a partir de qualquer ponto do mundo de forma altamente eficaz e isto obriga inevitavelmente a uma mudança no formato do marketing, focado cada vez mais nos dispositivos móveis, por exemplo. Por isso é preciso que as empresas se mantenham constantemente adaptadas às novas tendências, se elas querem vingar no mercado.

Então surge uma nova ideia, capitalizar-se a Web 3.0, oferecer uma experiência móvel única (saiba mais sobre Mobile First aqui) aos usuários, comunicar eficazmente e assim conseguir clientes de forma mais fácil e, sobretudo, eficaz.  O benefício a longo prazo de implementar uma estratégia Web 3.0 é a inteligência melhorada e o compromisso com os clientes. Cercar o consumidor de forma eficaz em todas os momentos de microconversão diária.

Vamos recaptular, migx!  😀

RECAPTULANDO:

Vamos então resumir a evolução da Web pelas suas várias etapas. A Internet desenvolveu-se de 1.0, 2.0 a 3.0.

A Web 1.0 foi a conectividade na web: os gigantes daquela época catalisados pelo Netscape foram AOL, Yahoo e Google.  Esses carinhas pegaram as informações e catalogaram num ambiente onde todos podem acessá-las num estalar de dedos.

A Web 2.0 foi a era das mídias sociais com o Facebook, LinkedIn, Instagram e outros. Tínhamos os dados organizados e agora podemos gerar interações entre o públicos permitindo compartilhamento e interações de conteúdos.

Já a Web 3.0, saltamos para um novo patamar de compras virtuais online e tradeshows virtuais. Nessa era, e com os avanços tecnológicos, a interação com os dispositivos consegue alcançar um novo nível de inteligência. Por exemplo, a Web 3.0 nos permite perguntar aos nossos telefones onde é o cinema mais próximo e onde depois jantar.  Ou seja, os recursos tecnológicos disponíveis nos gadgets permitem que o céu não seja mais o limite. Consequentemente, a evolução tecnológica irá permitir que os nossos dispositivos aprendam mais sobre nós, sobre as nossas preferências (uniões de venda com restaurantes e rede por exemplo) ao ponto de simplesmente podermos perguntar “onde eu devo ir jantar” e surgirem respostas do nosso interesse. Tudo isso embasado na experiência armazenada nos dispositivos e conectadas ao seu perfil de consumo. Um algoritmo que sabe o que você quer antes mesmo que você saiba. 😉

A web 3.0 é tudo sobre a personalização e Web semântica, integrando dados em tempo real em plataformas diferentes simultaneamente. A tecnologia semântica criará um formato significativo em volta de interação humana online e interesses humanos. Este formato permitirá melhor matchmaking e distribuição de conteúdo online, uma ótima oportunidade para o desenvolvimento de marketing e aplicativos, além do melhor controle do isolamento online por meio de controle inteligente.

E você, pronto para o futuro?

1 [ENQUIRE] – Projeto usado para reconhecer e armazenar associações de informação. Foi desenvolvido por Tim Berners-Lee no segundo semestre de 1980 enquanto o mesmo trabalhava no CERN.

Como usar emojis em suas campanhas de marketing

Reprodução: Emoji chorando de rir

Reprodução: Emoji chorando de rir

Emojis assumiram uma parte significativa da comunicação on-line, com as pessoas que os usam para expressar sentimento, um gosto ou um interesse sem usar a escrita. O termo “emoji” tornou-se tão popular que foi nomeado por alguns dicionários estrangeiros como palavra do ano para 2015, e podemos notar também que grandes marcas começaram a incorporar o uso dos emojis em suas mensagens nas redes sociais, email marketing e até mesmo correspondências. É muito comum ver empresas tirarem proveito de tendências populares pra passar um posicionamento de arrojado e moderno mas muita gente não sabe quando e como usar emojis principalmente na interação com o seu público.

Aqui no Brasil vimos o Itaú fazer uso dos emojis em toda a sua campanha corporativa para interagir com o público mais emergente de todos: os millenials e de quebra tentar passar uma imagem moderna, digital e divertida do banco, mas o uso de emoji na comunicação corporativa já estava sendo explorada no exterior a muito tempo…

Comunicação do Banco Itaú com uso de emojis

Comunicação do Banco Itaú com uso de emojis

De acordo com a consultoria estados unidense a Socialbakers em sua análise de 500 marcas diferentes do mercado norte americano, 59% delas fazem uso de emoticons em seus tweets em 2015, ao mesmo tempo, 40% deles incluem em posts no Facebook. Já outra consultoria a Appboy em um estudo publicado recentemente diz que houve um aumento de 777% do uso de emojis em campanhas de marketing entre 2015 e 2016.

Foi determinado pelo mesmo estudo que 92% dos usuários online usam emojis pelo menos uma vez por dia, o que prova como os pequenos símbolos transformou-se na nova gíria internet.

É interessante observar as razões para que as pessoas usam emojis e não é apenas sobre ser divertido. Na verdade, as pessoas usam emojis com a finalidade de melhorar a comunicação on-line, para ser entendido, para adicionar um sentimento, ou simplesmente para se expressar o mais rápido possível, da maneira mais adequada.

Devo ou não usar emojis nas campanhas da minha empresa?

Os emojis podem ajudar uma marca adicionar um elemento pessoal às suas mensagens de marketing e criar um apelo emocional e divertido com o seu público. É como se a marca de empresa expressasse emoções humanas. Mas antes de começar colocar emoji em todo lugar você deve determinar exatamente como, quando e onde utilizar para que o divertido não fique apelativo, forçado ou exagerado. Abaixo montei algumas perguntas simples de como determinar o uso dos emojis:

  1. Como o meu público-alvo interage on-line?
  2. Os emojis ajudaram a reforçar a minha mensagem?
  3. Que emoji pode ser mais adequado para representar a minha mensagem ou a minha empresa?
  4. Eu realmente sei o significado dos emoji que quero usar?
  5. Quantas vezes devo usá-los?

Sendo assim, a utilização de emojis depende também do público alvo, relevância, afinidade e frequência para que não fiquem “forçados”.

Veja como alguns exemplos de marcas que estão usando emojis na sua comunicação e inspire-se!

Tweet da Domino’s Pizza, nem precisa traduzir o emoji diz tudo <3

Emojis na comunicação da Domino's

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outro exemplo bacana do McDonalds no Reino Unido bem parecida com a campanha do Banco itaú só com Emojis

Emoji McDonalds

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SAC online da Arezzo responde com emojis:

Arezzo SAC 2.0

 

 

 

 

 

 

 

Outro exemplo de uma campanha da Delta Airlines com um emoji sorrindo:

Emoji na Delta Airlines

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Facebook da Porto Seguro:

Porto Seguro com Emojis

O que é Nanopublicidade

multiA Nanopublicidade foca no direcionamento de campanhas de acordo com o perfil de pequenos grupos de pessoas definido, os chamados nanonichos. Mesmo sendo menores, esses aglomerados interagem entre si e com as empresas. Ela veio para complementar o modelo de publicidade já existente, adequando-as às novas exigências do mercado. Uma forma de segmentar e filtrar ainda mais o publico alvo.

Mas, como são definidos os nanonichos?

É preciso uma série de estudos a fim de entender quem são as pessoas que compõe esses grupos, suas necessidades, anseios e como personalizar as ações para melhor atendê-los. Os nanonichos podem ser definidos a partir de características como faixa etária, escolaridade, localização geográfica etc.

O processo desse novo tipo de publicidade baseia-se em atingir um número considerável de clientes com o mínimo de desperdício financeiro, tempo e trabalho. Para que isso aconteça, é necessário uma série de estudos a respeito de cada grupo, traçando perfis de suas necessidades, levando em conta o comportamento do consumidor. A Nanopublicidade veio para complementar a publicidade já existente, chamada de tradicional. Ela também pode ser aplicada em qualquer veículo, online ou off-line.

 

“Exercite” o seu marketing!

Refleti muito sobre este artigo tomei a decisão de comparar os esforços de marketing com a academia e como o marketing deve ser exercitado nas empresas como o nosso corpo em na musculação.

Porque devemos “exercitar” o nosso marketing?

Exercite o seu marketing

Fonte: Giphy

Basicamente é assim, você vendo o corpo escultural dos outros decide fazer uma academia, bom até aí ótimo uma vez que fazer exercício físico é algo bom para qualquer pessoa. Dai você começa a frequentar a academia todos os dias na primeira semana, na segunda nem tanto, na terceira nem vai e dai começa a deixar de ir. Depois você chega com uma ideia: Vou contratar um personal, você conta para ele o seu objetivo e ele te auxiliará com exercícios e planos de treino, alguns vão te orientar a mudar a dieta ou seja você terá que ir no nutricionista, do nutricionista começa a investir em suplementos alguns caros diga-se de passagem e mesmo assim você vai, começa na primeira semana ok, na segunda já começa a fugir da dieta, na terceira começa achar tudo muito caro no fim você chega a conclusão que o objetivo que você tanto quer é caro, muito difícil, o personal é ruim, o nutricionista não é bom ou o suplemento que não funciona. Você acaba esquecendo que tudo isso são ferramentas/meios para você alcançar ao seu objetivo de um corpo escultural. E esquece que o ingrediente principal para atingir o objetivo é você! Tudo depende do seu foco e determinação!

Assim como na academia uma empresa com o seu marketing (outras áreas também) necessita de exercício e dedicação, não bastam ferramentas, meios, canais, investimento mas sim engajamento, objetivo, foco e determinação. Hoje vejo que muitas empresas abandonam meios e ferramentas por que o primeiro resultado não superou as expectativas ou pior as vezes nem alinham as expectativas e ficam esperando um verdadeiro milagre de ações que exigem amadurecimento e também muito teste. Vou citar alguns exemplos:

Caso 1 – Revendedora de peças náuticas

Outro dia recebi uma ligação aqui de uma empresa de peças náuticas que me explicou: “Temos feito email marketing há um ano, porém não obtemos nenhum resultado não sei o que fazer acho que a ferramenta está nos prejudicando, gostaria de saber como a Edm2 pode me ajudar?”
Eu respondi, bom como você sabe se é a ferramenta?
Empresa: “Eu não sei, apenas suspeito..”
Edm2: Vocês acompanham os relatórios de performance?
Empresa:”Não, o que é isso?”
Edm2: “São relatórios que indicam quantidade de abertura e leitura de emails, cliques, spam e etc”
Empresa: “Não fazemos”
Edm2: “Vocês fazem limpeza de base com frequência?”
Empresa: “Não”
Edm2: “Você envia mala direta com algum benefício para o cliente? O que ele ganha com o email marketing de vocês?”
Empresa: “Falamos de promoções apenas, mandamos uma arte”

Bom só pelo meu curto diálogo podemos concluir que boa parte das boas práticas de email marketing não estão sendo seguidas, nesse caso é muito mais simples concluir que a campanha não dá certo por conta da ferramenta.
Esse caso do email marketing pode ser replicado para Adwords, Facebook, Linkedin e vários outros meios, quando você não consegue determinar e focar no objetivo da mensagem ela se torna dispensável. Nesse caso do email marketing o que eles realmente esperam de uma ferramenta como essa?

O marketing não é “Fastfood” com fast resultados!

Fastfood marketing

Fonte: Giphy

O fato de fazer alguma coisa só por fazer não quer dizer que existe uma esforço por parte da empresa. Existe a iniciativa apenas.
O esforço é insistir e identificar o que pode ser melhorado, o que esperar da ferramenta, quais os indicadores fundamentais para o acompanhamento dessa ação entre outros fatores. Não estou dizendo que as vezes campanhas e ações sem planejamento não funcionam mas podem ter certeza que as bem pensadas, planejadas e com um ritmo de teste focado em erros e acertos com certeza é mais eficiente. E isso demanda tempo para ser colocado em prática e não acontece da noite para o dia!

 

Marketing exige três investimentos: esforço, tempo e dinheiro.

No mundo digital não podemos achar que todo tipo de campanha rápida trará resultado rápido, muitas delas devem ser trabalhadas e exercitadas (Esforço) além disso temos que possuir outros dois elementos: tempo e dinheiro para se tornarem eficientes. Assim como o simples fato de ir até a academia e fazer qualquer exercício não ajudará você a alcançar o objetivo esperado.

Como modernizar o seu marketing?

Existem muitos artigos em diversas revistas e até mesmo grandes especialistas falando sobre a mudança do marketing. Podemos concluir que o marketing está de fato mudando mas as formas de constituir campanhas ainda é a mesma que anos atrás: através de planejamento. O desenvolvimento de planos e estratégias para o marketing de hoje está mais desafiador mas o modelo de como faze-lo está da mesma forma (folha de papel e lápis ainda é suficiente). O que mudou muito de uma década para cá foram os canais e a forma que a informação é veiculada. Como por exemplo o uso crescente de dispositivos interativos, plataformas e canais que os clientes potenciais usam a partir de smartphones e tablets para redes sociais e motores de busca.

O investimento em canais tradicionais, como TV, imprensa e rádio está em declínio, mas eles continuam a ser uma parte essencial de campanhas integradas para muitas empresas até hoje. Independentemente dos canais disponíveis é preciso pesquisar as necessidades dos clientes, desenvolver vencedoras proposições de marca para diferentes segmentos-alvo e comunicá-las de forma eficaz. Tudo isso deve ser considerado parte do plano, o que consideramos de moderno no plano são as formas que a mensagem é veiculada nesses novos canais da atualidade e que muitas empresas especialmente no Brasil nem sequer imaginam fazer. Já vimos casos de empresas que investiam quase R$ 50 mil em midia impressa e nem sequer fazia um plano de ROI, investia pelo simples fato de investir. Vimos casos de empresas que colocavam a responsabilidade do marketing sobre um funcionário de vendas (inclusive criamos um post a respeito disso).

Com as mudanças tecnológicas a forma que as pessoas compram produtos e serviços mudou, então não adianta vir com aquela velha frase “Ah, sempre vendi assim e a queda das vendas é por conta da crise”. A pergunta que faço é sempre a mesma: Cadê o plano? O que está sendo considerado nesse plano? Quais são os objetivos?

Por isso o marketing moderno não é o simples fato de fazer Google Adwords mas sim como você usa os canais da atualidade para propagar a sua mensagem. No seu plano você deve considerar isso!

Você comete esses 4 erros na sua empresa

Muitas vezes nos acomodamos com algumas atitudes e acabamos deixando de lado atitudes importantes no dia a dia das empresas. Descubra se você comete esses erros e entenda maneiras de melhorar.

Não perguntar ou chamar seu cliente pelo nome

Muitas pessoas não sabem, mas tratando o outro pelo nome você demonstra que conhece a pessoa e gera um sentido de importância para ela.

O Som do nosso nome é uma espécie de gatilho mental, que faz vibrar nossa energia corporal fazendo com que nosso cérebro entre em ação e comece a participar de uma conversa.

Um estudo realizado na Universidade do Texas, Estados Unidos, comprovou que o nome de uma pessoa é o som mais agradável para ela. Por exemplo: Você está em uma praça de alimentação em um shopping, sábado à tarde e de repente ouve seu nome, o que você faz? Imediatamente olha para trás e procura quem o chamou, não é mesmo? Imagine agora o impacto de mencionar o nome do seu cliente, durante seu atendimento?

Deixar de investir em treinamentos

 Quando se lida com clientes por telefone ou presencialmente é preciso que toda a equipe esteja alinhada e com um pensamento de trabalho em equipe. Muitas Micro, Pequenas, Médias e Grandes empresas, perdem fortunas diariamente por não treinar, motivar e capacitar seus profissionais. Você pode não acreditar, mas seu cliente sente essa diferença quando está em uma negociação e percebendo isso, eles se propõem a investir um pouco mais, só por ter tido prazer de ser muito bem atendido.

Valorizar o pagamento mais que o atendimento

Um erro rotineiro é achar que, só porque o cliente paga em dia, e o serviço é prestado como prometido não há necessidade para preocupações. Na verdade, garantir um atendimento personalizado e sempre buscar solucionar os problemas que surgem frequentemente ajuda a estreitar a relação de empresa x cliente. É necessário focar em deixar seu cliente sempre satisfeito e não simplesmente focar em quando será o próximo pagamento.

Não agradecer a um cliente por dar feedback

Quantos clientes pensam que seu produto falha em algum aspecto e não dizem nada a respeito? Assim como a reclamação, o feedback é o melhor presente que um cliente pode nos dar (além de seu dinheiro!) Faça um grande pós-venda e mostre preocupação com o grau de satisfação do seu cliente depois do processo de compra.

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua melhor fonte de aprendizado. ”

– Bill Gates

Marketing Online está diminuindo o gasto com anúncios na TV

A maioria dos gastos de vídeo online nos últimos 12 meses é proveniente de orçamentos previamente reservados para a propaganda na TV, de acordo com um estudo recente realizado em todo o mundo pelo Be On, o novo AOL. Apesar de a TV ser considerada um dos principais impulsionadores da consciência, 58% dos entrevistados globalmente e notavelmente, 78% na Europa, disseram que eles poderiam alcançar um maior engajamento e escala com vídeos online.

Mais de 770 especialistas da indústria de marcas líderes, mídia e agências criativas no Reino Unido, Europa e América do Norte foram questionados sobre as suas experiências de uso de vídeo online com a marca ao planejar campanhas de publicidade online.

Segundo a pesquisa, 73% dos entrevistados disseram gastar em vídeos online tinha aumentado ao longo dos últimos 12 meses. TV e exibição foram citados como as duas principais fontes onde o orçamento tenha sido tomado.

Dos entrevistados, 84% acreditam que a Internet está se tornando um meio fundamental para se conectar com os consumidores.

Fonte: Aol

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