Monthly Archives: Janeiro 2013

Mascotes que ajudaram a popularizar as marcas

 

Para se aproximar dos consumidores, empresas criam personagens que traduzem seus valores de forma amigável e simples. Muitas vezes o mascote não é necessariamente o logotipo de uma marca, mas passa a ser conhecida como tal devido ao forte carisma com o público. Portanto, muitas empresas passam a utilizá-la como representante principal em campanhas publicitárias.

 

 

Veja alguns exemplos disso:

Tony The Tiger

Tony The Tiger nasceu em 1952 para promover a marca de cereais Sucrilhos, da Kellogg’s. O tigre foi escolhido em uma disputa que incluía, além dele, um elefante, um gnu e uma canguru chamada Katy.

Na década de 60, Tony passou por suas primeiras mudanças visuais, ganhando formas mais arredondadas e um traço mais marcante.

 

 

Ronald McDonald

Ronald McDonald apareceu pela primeira vez em 1963, nos restaurantes da rede McDonald’s em Washington (EUA), mas foi só em 1967 que o palhaço tornou-se o porta-voz oficial da marca.

Quando surgiu, o mascote tinha um visual totalmente inspirado em produtos da própria rede: o chapéu era, na verdade, uma bandeja com um hambúrguer, um milk-shake e um saquinho de batata frita, o nariz tinha o formato de um copo da rede, e os sapatos se pareciam com pãezinhos.

 

 

Bibendum ou Bib

O personagem Bibendum – ou Bib -, símbolo da Michelin, surgiu em 1898. A idealização do boneco começou involuntariamente anos antes, quando os irmãos Michelin observavam uma pilha de pneus de diferentes dimensões em seu estande, em uma exposição em Lyon. A aparência corpulenta formada pela pilha chamou a atenção de Edouard e André, que se lembrariam da imagem na hora de criar o mascote da marca.

 

 

Assolino

A Assolan não era lá muito conhecida até 2002, quando resolveu disputar agressivamente por uma fatia maior de mercado. O alvo foi a Bom Bril, líder absoluta na categoria de esponjas de aço. Foi nesse contexto que o mascote da marca foi criado: uma embalagem animada do produto, com olhos, pernas e muito rebolado. Nascia o Assolino.

 

Quik  Bunny

O simpático coelho que promove a marca Nesquik foi criado em 1973, 25 anos após o lançamento do produto no mercado americano, que na época recebeu o nome de Nestlé Quik, vindo do inglês ” quick” (rápido, veloz).

 

Bunny

O coelho, além de ser símbolo de longevidade e velocidade, também é sinônimo de discórdia para as marcas Duracell e Energizer: as duas optaram pelo uso do mascote em cor-de-rosa para comunicar aos consumidores que suas pilhas eram de longa duração.

 

Qual a seu mascote preferido?

 

E-mails com configuração antiga será encerrado em 2013

“Usuários que utilizam configurações em programas de leitura e envio de e-mails, como o Outlook, Windows Mail, Apple Mail ou aqueles instalados no celular, podem não conseguir enviar mensagens a partir de 2013. O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) pretende reduzir o volume de spam gerado no país e, por esta razão, solicitou o fim de envios de mensagens sem autenticação, ou seja, sem que o usuário tenha de fornecer login e senha, em todo o território nacional.

A restrição será aplicada para os programas configurados para enviar mensagens (SMTP) pela “porta 25” do computador. Quem usa programas configurados com a “porta 587″ ou acessa seus e-mails pelo site do provedor (webmail) não será afetado.”

Email com configuracao antiga

“Para que o envio de mensagens não seja interrompido, é preciso alterar configurações do programa de e-mail, modificando a porta de envio 25 para o valor 587, associado ao padrão SMTPS (protocolo seguro para envio de mensagens).

Gerência da Porta 25
O encerramento da porta 25 é uma recomendação do CGI para por fim a um método de envio de mensagens não solicitadas, os ‘spams’, que se aproveita de conexões não autenticadas.”

Entenda mais sobre a porta 25 no site do CGI.br

Fonte: UOL

O que faz um logotipo ser bom?

Cada marca tem uma imagem, uma identidade, uma história a ser contada que os consumidores precisam perceber e reconhecer com facilidade. E é o design que viabiliza visualmente a alma, a essência, o DNA de uma organização ou produto. Projetar um logotipo é, portanto, uma das tarefas mais desafiadoras de um designer e requer muito mais que habilidade e senso artístico. Desenhar um logotipo é uma atividade complexa que exige técnica, horas de pesquisa, estudo e muita experiência.

Alguns dos mais icônicos símbolos de empresas foram criados por renomados estúdios de design a preços milionários. Outros da mesma lista foram gerados por acaso, ou vendidos a preço de banana.

Podemos observar a seguir que  os logotipos possuem uma margem pequena de acertos,  e por isso o investimento se justifica na preocupação da empresa de criar uma marca. Normalmente as marcas de sucesso criadas no aleatório  resultam de uma tacada de sorte.

Vejamos algumas marcas de sucesso:

 

Coca-Cola

Valor investido: Nada

O famoso logo da Coca-Cola foi criado por Frank Mason Robinson, em 1885. Na época, Mason era escriturário de John Pemberton, o criador da bebida, e teve a ideia de fazer o logo com a letra cursiva uma fonte chamada Spencerian Script, desenvolvida no meio do século 19. A sugestão foi incorporada sem nenhum pagamento à Robinson.


 

Google

Valor investido: Nada

Tudo fica mais fácil quando um dos próprios fundadores é quem desenha o logo, certo? Criado em 1998 por Sergey Brin, o símbolo sofreu algumas alterações ao longo do tempo, mas o conceito original ficou intacto. O redesign mais recente da empresa data de 2010.

 

 

Twitter

Valor investido: 15 dólares

O passarinho azul mais famoso do mundo surgiu a partir de uma simples imagem de banco de dados, ao preço de 15 dólares. O artista que a assinou, Simon Oxley, deve ter recebido pouco mais de seis dólares pelo direito de uso. O logo foi sofrendo pequenos ajustes e para criar sua versão mais recente, divulgada em 2011, a empresa contratou um ex-designer do Google.

 

 

 

Nike

Valor investido: 35 dólares

Um dos logos mais icônicos da história foi criado por Carolyn Davidson em 1971 por apenas 35 dólares. Davidson criou o conceito enquanto ainda era estudante de design da Universidade de Portlandia. Comenta-se nos bastidores que em 1983 a artista recebeu da Nike um anel de diamantes com o símbolo e algumas ações da companhia com valor secreto.

 

 

 

Pepsi

Quanto: 1 milhão de dólares.

Em sua história, o logo da Pepsi já passou por diversas mudanças. O mais novo redesign do refrigerante foi assinado pelo Arnell Group, famosa empresa de design e criação de marcas, em 2008. Além do valor milionário pago aos criadores, mais algumas centenas de milhões de dólares foram empregados para trocar as identidades da marca em produtos, sedes e ações promocionais.

 

Fonte: exame.com

Descubra alguns mitos sobre o Marketing

 

Quando falamos do entendimento por parte dos empreendedores sobre o que é o marketing, seus benefícios e características percebe-se uma grande evolução, que permite o seu uso cada vez mais freqüente no desenvolvimento das estratégias empresariais. Entretanto, alguns mitos sobre marketing ainda persistem e fazem com que esta área seja colocada como “mágica” e responsável por transformar um negócio ou um produto em algo de sucesso notável.

Abaixo, veja três mitos sobre a área:

 

1. O marketing é capaz de convencer o consumidor a comprar

Uma das funções do marketing é trabalhar a comunicação do produto junto ao mercado-alvo, e seu objetivo é fazer com que o consumidor conheça, escolha e até compre o produto. Mas para que isso aconteça, é importante que a empresa tenha um bom produto; sem produto bom, não há marketing que consiga convencer o consumidor a adquiri-lo.

Portanto, a empresa deve saber identificar a necessidade do cliente e oferecer a solução certa para tal. Aí sim a comunicação ajudará a divulgar aquilo que o cliente já deseja.

2. O marketing é responsável por resolver problemas do produto
Em alguns contextos, a área de desenvolvimento de produtos é vinculada à área de marketing, mas na maioria não. Neste caso, todo o processo de inovação e de produção (incluindo todos os custos e a aquisição de insumos) não fica sob a responsabilidade do marketing. Quando a empresa precisa comunicar e vender este produto pode ter dificuldades que não são de responsabilidade exclusiva da área de marketing.

3. O marketing é responsável por resolver problemas da área comercial da empresa
Em primeiro lugar, a área comercial, responsável pela venda de um produto ou serviço, representa a ‘ponta do iceberg’ de todo processo de marketing. Muitas vezes, a equipe de vendas de uma empresa pode estar sendo eficiente na sua função, mas não eficaz nos resultados do seu trabalho. Entretanto, o problema pode não ser exclusivamente da área de vendas, mas sim de concepção de produto.

O marketing abrange todos os aspectos destacados acima e a solução passa por um trabalho sistêmico de planejamento de marketing alinhado com as estratégias empresariais e as outras áreas da organização.

Fonte: Exame.com

Competências que Alavancam a Carreira em Marketing

Competencias do MarketingA expressão “marketing  é a alma do negócio” é bem conhecida, mas o fato de beirar o clichê não a torna menos verdadeira.

Investir em ações de marketing é essencial para o crescimento das empresas e, com o mercado em constante movimento e a concorrência em alta, os planos nesta área ganham destaque.

Afinal, no mundo corporativo a regra do jogo é apresentar resultados, e sai na frente quem supera as metas. Neste cenário, algumas competências têm sido mais demandadas dos profissionais que trabalham com marketing, principalmente as empresas que prestam este serviço.

Confira quais são:

 

 

  • Transformar informações quantitativas (quantidade) em insights (Intuição)

O acesso à informação é constante, e o desafio é saber o que fazer com o enorme volume de dados disponíveis. “Há institutos e técnicas avançadas de pesquisa, mas a questão é o que você faz com isso tudo”.

Por isso, as empresas de marketing que conseguem transformar dados de pesquisas de mercado e análises em insights ganham importâncias. “O mercado quer empresas que saibam filtrar informações quantitativas e qualitativas e transformar em negócio”.

  • Domínio do storytelling ( história da marca )

As empresas não deve apenas buscar aumento da participação de mercado, mas também mostrar ao público como o negócio ( o cliente ) contribui efetivamente para a sociedade.

É aí que entra a técnica de storytelling, a comunicação que capta a atenção do público por meio de histórias. “As marcas hoje se diferenciam aproveitando história de pessoas, e da própria empresa”.

Por isso, incentivar a prática do storytelling dentro das empresas é o diferencial das empresas que trabalham com Marketing e Publicidade e que buscam resultados ao querer fugir das fórmulas tradicionais. “Para isso é preciso saber trabalhar conteúdo editorial, transferindo esta história para criar apelo emocional”.

Exemplo de storytelling bem sucedido vem da Procter & Gamble em ação especial global para as Olimpíadas de Londres, no ano passado. A multinacional, patrocinadora oficial do evento, se apresentou como a patrocinadora oficial das mães dos atletas. Para isso criou um canal no Youtube em que apresentava série de entrevistas com mães de atletas, e relacionava a participação de sua gama de produtos desde a infância dos esportistas.

  •  Conhecimento de plataformas de TI e canais de comunicação

O surgimento de novos canais de comunicação como redes sociais e de plataformas como smartphones e tablets exige que o marketing esteja sempre atualizado para desenvolver projetos nestas áreas.

Quem trabalha com marketing precisa entender de tecnologia para que possam dialogar com a equipe de TI das empresas na hora de desenvolver novas ferramentas.

“O ideal é conhecer esses novos meios e canais de comunicação com o cliente para criar ações de marketing como, por exemplo, aplicativos, jogos”.

Quem sabe disso consegue uma ação de marketing mais estratégica. “Redes sociais podem ser usadas para construção da marca e não apenas como um grande Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) a céu aberto”.

  • Análise de retorno financeiro

Uma empresa de marketing que tenha conhecimentos de ferramentas de análise financeira está um passo a frente. Conseguir  analisar o retorno financeiro sobre cada atividade sugerida no plano de marketing é hoje em dia é essencial.

“Saber medir o resultado de uma campanha de marketing é uma demanda porque as empresas entendem que quem está na área de negócios tem que saber medir os retornos porque quem não mede não sabe gerenciar”.

Fonte: Exame.com

O consumidor frente à Informação

É fundamental perceber a mudança de cultura, e de interação com o mundo que
vivemos atualmente. O comportamento do consumidor frente à informação e ao
posicionamento de empresas e marcas, dá para inferir algumas tendências para o
novo ano que se aproxima.

Organização, Tecnologia, Cultura

Organização, Tecnologia, Cultura

1) Customização. A comoditização de marcas e produtos já está levando os
consumidores a ansiar por exclusividade e personalização (daí o sucesso do
Pinterest, por exemplo, já que cada um cria seu próprio painel de preferências). As
marcas passarão a investir mais em autenticidade e experiências individuais e sob
medida, permitindo que as pessoas efetivamente controlem o que querem fazer ou
comprar. A chance de customização passará a ser um diferencial para produtos e
serviços.

2) Integração entre redes sociais e bancos de dados. Quem é o seu cliente?
Onde ele compra, o que ele compra, a que horas, sozinho ou com amigos, de
que outras coisas ele gosta, que tipo de comentário ele costuma postar nas
redes sociais sobre os produtos que adquire, que tipo de produto ele gostaria de
comprar… inúmeras questões cujas respostas estão soltas em diversos canais e
pontos de contato e que precisam ser “amarradas”. Ao sincronizar as atividades
nas mídias sociais com os bancos de dados dos clientes, dá para tirar informações
comportamentais e elaborar mensagens e ações mais dirigidas. Aprimorar a
personalização desses conteúdos pode levar efetivamente o consumidor a uma

ação desejada e um relacionamento mais significativo e duradouro com as marcas.

3) Conteúdo sob demanda. Na esteira da customização, crescerá a expectativa
por ações que vão ao encontro das preferências de cada consumidor
individualmente. Isso inclui propor conteúdos específicos de acordo com o
interesse de cada consumidor, “lendo” as suas várias facetas. Um exemplo é o
que já faz o Zite, espécie de revista eletrônica que, com base no que você posta
no Twitter ou Facebook, sugere leituras (artigos) de interesse. Ou o que faz a
Amazon, capaz não só de te reconhecer como um visitante de retorno mas de
indicar outras leituras com base em suas compras anteriores. Esse marketing
absolutamente individualizado é muito mais eficiente.

4) Curadoria de conteúdo. Mesmo com esse marketing “inteligente”, a
quantidade de informações às quais somos submetidos todos os dias é
exorbitante. Oferecer serviços de curadoria sob medida é um nicho ainda pouco
explorado.

5) Imagens. O conteúdo será cada vez mais visual. Menos texto, mais imagens.
Fotos, vídeos e infográficos serão cada vez mais importantes para compartilhar
nossa visão de mundo, pois são de fácil e rápido consumo. O sucesso do
Pinterest (uma grande colagem das suas fotos preferidas sobre os mais variados
temas) e do Instagram (que permite aplicar efeitos interessantes em suas
fotos) durante 2012 é uma prova. Modificações introduzidas este ano pelo
Facebook e pelo Twitter, abrindo a possibilidade de utilizar imagens no perfil do
usuário, e a integração entre os diversos aplicativos e plataformas, permitindo o
compartilhamento das fotos que você quiser, dão impulso adicional à tendência.

6) Compartilhamento. Cada vez mais, experiências de vida só vão parecer
relevantes e memoráveis se compartilhadas com o maior número possível de
pessoas. Crescerão as ferramentas que permitem que você integre todos os
aplicativos que utiliza e associe conteúdos em diferentes websites.

7 ) Telas mobile. Para esse compartilhamento, pessoas e empresas devem
considerar que equipamentos mobile são cada vez mais comuns. Smartphones
e tablets terão uso cada vez maior e websites que não estiverem programados
para isso serão mal vistos. Segundo levantamento do banco Morgan Stanley, de
apenas um ano para cá o número de smartphones no mundo deu um salto de
42%, chegando a 1,1 bilhão. Apesar do estrondoso crescimento, os smartphones
ainda representam apenas 17% do total de 5 bilhões de celulares em uso no
mundo.

8 ) A qualquer tempo e em qualquer lugar. Foi no quarto trimestre de 2010 que
o número de smartphones e tablets no mundo ultrapassou o de PCs – e aí que se
viu o início de uma mudança de cultura, a exemplo do que aconteceu em 2002,
quando o número de celulares suplantou o de telefones fixos. Como decorrência
do boom mobile, o nível de exigência das pessoas por informações em tempo real
na sua telinha portátil tende a aumentar, e os profissionais de marketing podem
pensar em ações para atender essa demanda. Para se ter uma ideia, o número
de adultos com tablets nos Estados Unidos pulou de 2% em 2009 para 29% em
2012, segundo o Pew Research Center. Outra prova cabal: neste Natal, o maior
desejo de quase metade (48%) das crianças de 6 a 12 anos nos Estados Unidos é
um iPad, à frente até do videogame Wii (39%). Em terceiro, supresa! O iPad mini
(36%). Ou seja, até as crianças estão totalmente plugadas. Os números são da
Nielsen.

9 ) SEO = conteúdo + compartilhamento. Foi-se o tempo em que o importante
era usar estratagemas e palavras-chave para que os algoritmos das ferramentas
de busca “enxergassem” melhor a marca. Agora, o que dá realmente resultado é
conteúdo relevante, que as pessoas compartilhem e para os quais gerem links.
Search Engine Optimization (SEO), mídias sociais e conteúdo não são mais canais
separados ou práticas segmentadas.

10 ) Mídias sociais como mainstream. Basta parar um minuto e pensar: como
fico sabendo das coisas e busco informação hoje em dia? A resposta pode passar
por jornais online, blogs que compilam fatos e opiniões e até por noticiários na TV.
Mas com certeza incluem o Facebook, o Twitter ou o LinkedIn, por uma simples
razão: as mídias sociais já viraram mainstream, ou sejam, competem de igual para
igual na geração e compartilhamento de conteúdos.

11 ) Crowdsourcing para produção de conteúdo. Envolver os clientes em ações
para desenvolvimento ou melhoria de produtos é prática já popular. Mas a partir
de 2013 vai se tornar mais relevante fazer isso, pois a demanda dos consumidores
por participação aumentou.

12 ) Online X offline? Esqueça. As pessoas não percebem mais essa separação.
Vão em busca de uma experiência autêntica, preparada para elas individualmente,
que transite em um mundo só, sem fronteiras entre online e offline.

Use o marketing contra a crise

Marketing não serve apenas para desenvolver produtos, divulgá-los e entregá-
los ao público alvo.

Uma das funções é responder ao mercado sobre dúvidas
ou falhas de um produto ou serviço, antes que as mesmas deteriorem a marca
e a reputação da empresa.

Este trabalho tem a ver com relações públicas, e
com a política de atendimento e pós-venda da organização.

Neste ponto, percebemos que a maioria das pequenas empresas não se
prepara para uma situação de crise. Quando um produto dá defeito, ou gera
algum acidente, ou quando a empresa falha em alguma etapa do seu processo
de marketing (desenvolvimento, produção, venda, entrega e atendimento,
por exemplo), ela não possui estratégias e planos de ação para minimizar os
acontecimentos.

Veja abaixo três dicas para lidar com uma crise na sua empresa:

1. Esteja presente
A empresa precisa estar presente nos canais de comunicação que seu público
alvo também está. Ou seja, não importa agora ficar pensando se vale ou não
a pena participar de alguma rede social, ou algum espaço de interação com o

mercado no qual seu consumidor está presente: a empresa precisa participar,
tem que estar junto, ouvindo e respondendo o seu público.

2. Planeje estratégias
Se um cliente reclama sobre seu produto, e você não diz nada a respeito, está
contribuindo para que aquela informação se torne verdadeira, e se espalhe
pelo mercado. A resposta da empresa, portanto, tem que ser rápida e muito
bem explicativa, permitindo que todos os demais clientes e/ou potenciais
consumidores entendam o fato, percebam que a empresa está atenta, e
saibam que a solução já está sendo trabalhada.

Uma reação rápida e eficaz da empresa perante uma situação de crise ajuda
na construção de uma imagem de respeito e credibilidade.

3. Assuma o erro
Mesmo que a situação demonstre uma falha de produto ou de algum aspecto
de gestão, a empresa não deve esconder isso do cliente. Deve assumir o erro,
já mostrar como está trabalhando para consertá-lo no presente e evitar que
o mesmo ocorra no futuro. Esse deve ser o trabalho da empresa: assumir,
reparar e melhorar para o futuro.

Quando o cliente percebe que a empresa é como o ser humano, que pode
errar, mas está disposta a ouvir, rever o erro e melhorar, ele também se
envolve com este processo, ajudando a empresa. Ao invés de um cliente
insatisfeito e talvez um ex-cliente, ele se torna um parceiro, ajudando na
melhoria do produto e construção da marca.

Fonte: Exame.com

O desafio de uma estratégia de marketing

Ter uma estratégia de marketing utilizando as palavras como, quando, onde e por que é muito importante para o sucesso de uma campanha de marketing. Uma boa definição para a palavra “Campanha de marketing” são ações, atividades ou processos criados pelas empresas para incentivar o uso de seus produtos ou serviços. Cada campanha tem um objetivo final algumas empresas procuram aumentar vendas, melhorar a exposição de sua marca outras utilizam da propaganda para promover seus produtos e serviços e etc.

Mas para alcançar seu objetivo final a sua campanha deverá possuir uma estratégia para evitar problemas e aumentar as suas chances de sucesso. Veja abaixo alguns tópicos importantes para se considerar ao montar uma estratégia:

1. Saiba onde você está e quem é seu mercado: Entenda qual é seu posicionamento no mercado.

2. Estabeleça metas desafiadoras porém alcançaveis: Metas é tudo aquilo que é mensurável, evite metas que beiram a impossibilidade.

3. Fale com seu cliente: Promova a troca de informações e saiba como e quando eles querem te ouvir.

Leia mais sobre estratégia em nosso site: http://edm2.com.br/campanha/

 

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