Mascotes que ajudaram a popularizar as marcas

 

Para se aproximar dos consumidores, empresas criam personagens que traduzem seus valores de forma amigável e simples. Muitas vezes o mascote não é necessariamente o logotipo de uma marca, mas passa a ser conhecida como tal devido ao forte carisma com o público. Portanto, muitas empresas passam a utilizá-la como representante principal em campanhas publicitárias.

 

 

Veja alguns exemplos disso:

Tony The Tiger

Tony The Tiger nasceu em 1952 para promover a marca de cereais Sucrilhos, da Kellogg’s. O tigre foi escolhido em uma disputa que incluía, além dele, um elefante, um gnu e uma canguru chamada Katy.

Na década de 60, Tony passou por suas primeiras mudanças visuais, ganhando formas mais arredondadas e um traço mais marcante.

 

 

Ronald McDonald

Ronald McDonald apareceu pela primeira vez em 1963, nos restaurantes da rede McDonald’s em Washington (EUA), mas foi só em 1967 que o palhaço tornou-se o porta-voz oficial da marca.

Quando surgiu, o mascote tinha um visual totalmente inspirado em produtos da própria rede: o chapéu era, na verdade, uma bandeja com um hambúrguer, um milk-shake e um saquinho de batata frita, o nariz tinha o formato de um copo da rede, e os sapatos se pareciam com pãezinhos.

 

 

Bibendum ou Bib

O personagem Bibendum – ou Bib -, símbolo da Michelin, surgiu em 1898. A idealização do boneco começou involuntariamente anos antes, quando os irmãos Michelin observavam uma pilha de pneus de diferentes dimensões em seu estande, em uma exposição em Lyon. A aparência corpulenta formada pela pilha chamou a atenção de Edouard e André, que se lembrariam da imagem na hora de criar o mascote da marca.

 

 

Assolino

A Assolan não era lá muito conhecida até 2002, quando resolveu disputar agressivamente por uma fatia maior de mercado. O alvo foi a Bom Bril, líder absoluta na categoria de esponjas de aço. Foi nesse contexto que o mascote da marca foi criado: uma embalagem animada do produto, com olhos, pernas e muito rebolado. Nascia o Assolino.

 

Quik  Bunny

O simpático coelho que promove a marca Nesquik foi criado em 1973, 25 anos após o lançamento do produto no mercado americano, que na época recebeu o nome de Nestlé Quik, vindo do inglês ” quick” (rápido, veloz).

 

Bunny

O coelho, além de ser símbolo de longevidade e velocidade, também é sinônimo de discórdia para as marcas Duracell e Energizer: as duas optaram pelo uso do mascote em cor-de-rosa para comunicar aos consumidores que suas pilhas eram de longa duração.

 

Qual a seu mascote preferido?

 

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Olá, me chamo Eduardo e sou estrategista de marketing da Edm2, em que posso ajudar?