Monthly Archives: Março 2013

O dilema Marketing x Verba

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Na maioria das empresas, existe um velho conflito entre as áreas financeira e de marketing. O assunto é sempre o mesmo: verba! O departamento de marketing deseja aumentar o faturamento através de estímulos à compra dos consumidores, enquanto o departamento financeiro aparece para refrear despesas, com a visão de que o marketing esbanja dinheiro. Para a maioria dos profissionais da área de finanças, devido as épocas de inflação altíssima, existe um conceito enraizado de que os resultados precisam ser imediatos e “não gastar” é a melhor opção para se alcançar a lucratividade.

Mas os resultados não podem ser avaliados somente em função das receitas. Quando o cliente compra um determinado produto, a receita é contabilizada, mas não se sabe se o cliente chegou a ver uma propaganda sobre aquele produto, como conheceu a marca, etc. Apesar da quantidade de clicks em anúncios, das avaliações de abertura de anúncios de campanhas promocionais, é muito difícil vincular essas medições com as receitas. Assim, na maioria das vezes, os esforços do marketing não são compreendidos pelo financeiro, por não serem palpáveis.

Atualmente, com a facilidade do acesso a informação e a utilização dos diversos canais, a velocidade e a facilidade entre comprar e desistir da compra é a mesma.  Estar presente, ser visto, ser competitivo e investir na marca é ganhar mais tanto no presente e como no futuro. Uma marca fortalecida agregará valor aos produtos, atrairá novos clientes, aumentará o índice de recompra, fidelizando clientes, e permitirá melhores margens de lucro.

Em resumo, Finanças documenta resultados ligados ao passado. Marketing tem suas atividades visualizando o futuro. Investir em marketing requer, sim, certo custo, mas certamente custará menos do que perder espaço para os concorrentes. Um bom planejamento e estratégia, com metas e prazos determinados, é um ótimo caminho. Depois disso, é preciso acreditar!

 

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Crowdsourcing? O que é isso?

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Crowdsourcing, numa tradução literal, seria: crowd (multidão) + source (fonte, origem), ou seja, significa fonte de informações advindas da multidão, que usa o conhecimento coletivo e de voluntários para solucionar problemas, buscar soluções ou para a criação de conteúdo, desenvolvimento novas tecnologias e produtos, através da internet. Um bom exemplo de crowdsourcing é o Wikipédia. Outros bons exemplos são os sistemas operacionais GNU/Linux e o navegador Firefox, que foram criados por voluntários ao redor do mundo.

Existem diversos modelos de negócio que estão usando o crowdsourcing e estão encontrando o sucesso de uma forma totalmente diferente. Uma dessas formas, por exemplo, é pedir a opinião de consumidores. Ao invés de buscar a opinião de uma só pessoa ou pequeno grupo, através do crowdsourcing, pode-se encontrar soluções e respostas advindas de milhares de pessoas. O conceito é o de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”.

A internet, com todas as suas possibilidades, seja nas redes sociais, nas mensagens de texto, nas participações em grupos e comunidades, tornou o crowdsourcing uma ferramenta rápida, barata e eficaz, que permite construir em conjunto, com o universo de internautas.

Mensagens ocultas em logotipos

 

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Design de logos é verdadeiramente uma arte! 

Mostramos abaixo alguns exemplos de logos famosos, que contém mensagens ocultas, muitas das quais poucas pessoas percebem.

 

 

1-  Amazon.com – A seta representa um sorriso de satisfação, “de A a Z”

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2- Hope for African Children Initiative – silhueta de duas pessoas no mapa

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3- Federal Express, FEDEX – seta entre as letras E e X, indicando velocidade e precisão.

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4- Milwaukee Brewers – As letras B e M formam uma luva do jogador segurando uma bola

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5- Bronx Zoo – As pernas dos animais formam prédios da cidade de Nova York.

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6- Pittsburgh Zoo – O espaço negativo da árvore forma o desenho de um gorila e um leão

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7- Goodwill – A letra G forma um rosto feliz.

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8- Toblerone – Existe um urso, símbolo da cidade onde é produzido, escondido na montanha.

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9- NBC – O logo forma um pavão branco, com penas coloridas indicando as divisões do canal americano

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10- Carrefour –  o logo é a letra C em branco, entre as cores vermelha e azul da bandeira da França.

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11- Sun Microsystems – o nome Sun pode ser lido em qualquer direção.

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12- Fórmula 1 – o número 1 indica velocidade.

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13- Tostitos – As letras T  centrais formam duas pessoas segurando um tostito.

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14- Eighty 20 – Os quadrados, em linguagem binária, formam os números 80 e 20.

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Saiba por que blogs são importantes

ed-m616711819Os administradores hoje podem ter um tempo difícil para decidir se os blogs devem fazer parte de seu arsenal. O que devemos fazer? Ouvir os consultores de blog? Mas quem lucra com o fenômeno blog? Estamos falando de “agenda oportunista” ou “perspectiva objetiva”?

Que tal os especialistas em marketing? É justo dizer que o blog não pertence a um programa de marketing direto ou “business-to-business”? Por que tantos veteranos se arrepiam com a idéia de blogs?É simplesmente por imaginar poucos resultados? Ou os blogs tocam a sensibilidade de uma “velha escola”, que procura um precedente para comparação?

Há uma década atrás, com o advento da web comercial, os comerciantes enfrentaram um dilema semelhante. Uma parte escreveu que estar fora da web seria insignificante, enquanto outra parte tomou as barricadas, acenando a bandeira da web e proclamando o fim de outros canais. Como aprendemos, os novos veículos não necessariamente substituem os antigos – na verdade, eles precisam sempre ser complementados.

“Tudo bem”, você diz, “a história é correta e boa. Mas o que acontecerá na próxima reunião gerencial, quando o diretor perguntar: “Será que o blog pertence ao nosso programa de comunicação de marketing?” O que digo a ele?”

Primeiro, você pode dizer a ele que os blogs não são uma ferramenta direta e eficaz de marketing. Duvido que algum dia será. Blogar não permite focar precisamente públicos-alvo ou qualquer controle discernível sobre quem vê a sua mensagem. No entanto…

Os blogs já provaram ser úteis em campanhas de publicidade, gerando boca-a-boca e, em alguns casos, a atenção da mídia. Alguns empresários já fizeram o uso mais eficaz de blogs comerciais, com esforços altamente imaginativos atraindo multidões de consumidores. Não há dúvida que esses blogs têm afetado a ligação do consumidor com as marcas.

Os blogs também podem desempenhar um papel importante no marketing business-to-business. Os gurus da administração, oradores e líderes empresariais proeminentes podem exercer algum diferencial nos blogs business-to-business. Tom Peters, por exemplo, tem um blog muito bem sucedido. Para os fãs de Peters, esta é uma dádiva de Deus – o acesso ao pensamento diário de Peters. É claro que, quanto mais as pessoas buscam a próxima idéia de Peters, é bem mais provável que seu próximo seminário vai ficar esgotado e seu próximo livro vai voar das prateleiras. É assim que um Blog pode influenciar o seu público, mas assim como outro meio de comunicação deve ser conduzido com planejamento.

Um bom exemplo é este blog da Edm2, nós postamos aqui informações relevantes do mundo do marketing e utilizamos o blog como um canal de interação com outras pessoas sendo clientes ou não.

Motivos para a sua empresa investir em otimização de buscas

A sabedoria convencional diz que a maneira mais rápida e eficiente para pesquisar produtos e preços é na web.
As transações “B2B” (Empresa para Empresa) diferem da maioria das transações de consumo, porque essas decisões requerem a coordenação entre uma série de pessoas diferentes antes de finalizar uma transação. É um processo que requer um certo período de tempo entre pesquisar o produto e fazer o pedido. Portanto, não se trata de uma decisão precipitada.
Quando os participantes foram solicitados a indicar como eles fariam uma compra B2B, 93,2% disseram que pesquisariam a compra on-line.
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  • Quando perguntados se eles usariam um mecanismo de busca em algum momento nessa tarefa, 95,5 % indicaram que sim.
  • Quando perguntados por onde iniciariam sua busca por informações, 63,9 % dos participantes escolheram um motor de busca em “consumer review sites”, sites de comércio eletrônico, sites do fabricante e em portais da indústria.
  • Quando levado em consideração o orçamento, sites do fabricante e portais da indústria foram os sites primeiramente escolhidos,  com orçamentos maiores. No entanto, 86,9 % dos participantes disseram que iriam visitar um mecanismo de busca, depois de visitar esses sites.

 

Veja a seguir algumas conclusões importantes do estudo da Enquiro:

  • Os mecanismos de busca têm um papel dominante nas compras B2B.
  • Os mecanismos de busca são usados nas fases iniciais ou intermediárias do ciclo de compra.
  • O Google foi o favorito entre outros mecanismos de busca.
  • As pesquisas nos mecanismos de busca ocorrem pelo menos um ou dois meses antes da decisão de compra.
  • É necessário um bom equilíbrio entre a busca orgânica (não paga) e a busca paga. Os mecanismos de otimização de busca orgânicos recebem mais de 70 % dos cliques.
  • A posição é um fator, com mais de 60 % clicando nos 3 primeiros resultados da busca.
  • A maioria dos usuários decide em qual clicar segundos após o carregamento da página.

Com todo este tráfego qualificado proveniente de mecanismos de busca, é mais importante do que nunca que os comerciantes B2B, atacadistas, e trocas B2B garantam que seus sites estejam corretamente otimizados para um bom posicionamento nos resultados de busca. É também de grande valor a otimização de mecanismos de busca e mecanismos de marketing como uma ferramenta de marketing “user-friendly”.

A singularidade do Mecanismo de Busca de Marketing
O tráfego dos mecanismos de busca são altamente segmentados. Isso porque os potenciais compradores que encontram suas ofertas B2B através de mecanismos de busca estão procurando seus produtos e serviços por conta própria, então eles estão predispostos a ouvir a sua mensagem de marketing. Você não pode encontrar uma perspectiva mais qualificada do que essa. Eis o que distingue o mecanismo de busca de marketing de outros tipos de publicidade:

1. Não-intrusiva: Mecanismo de busca de marketing é uma ferramenta de marketing não-intrusiva. A maioria da publicidade, tanto online como offline, interrompe o comportamento do consumidor. Se um usuário entra em um site para informações, aparece um pop-up de propaganda intrusiva. Lendo um jornal? Os anúncios dominam e forçam artigos a serem continuados em outra página. Com o mecanismo de busca de marketing, o usuário está buscando ativamente seus produtos, serviços e informações. E estarão muito satisfeitos em serem conduzidos para o seu site.

2. Voluntário: Mecanismo de busca de marketing é o resultado do comportamento do próprio usuário, que o originou. Seus visitantes de mecanismos de busca e diretórios clicam voluntariamente no seu anúncio, em vez de clicar no de seu concorrente, porque e estão motivados a explorar as suas ofertas.

O que é branded content

Branded Content ou Branded Entertainment significa a comunicação entre a sua marca e o consumidor, por meio de uma interação direta como TV, rádio, internet, mídia impressa, eventos, etc.  O Branded Content é uma forma relativamente nova de publicidade, que foge das formas tradicionais, ou seja, é a fusão dos métodos tradicionais com os de entretenimento, uma  ferramenta publicitária que agrega o emocional, mensagens sociais como ambientais, culturais, educacionais, em nome das marcas, com o entretenimento. Não devemos, entretanto, confundir o Branded Content com estratégias nas quais a marca apenas patrocina o conteúdo.

marcaO Branded Content tornou-se uma ferramenta extremamente eficaz para os anunciantes, num mundo cada vez mais “instantâneo”. Os resultados de um Branded Content bem feito pode fazer maravilhas para a empresa anunciante, mas apenas se o conteúdo que está sendo produzido for excepcionalmente bem feito. O desafio para as marcas é que esse conteúdo conquiste seu público primeiramente pelo emocional, para que ele deseje o produto.

Mais de 95% dos sites que apresentam Branded Content obtiveram mais sucesso do que os websites com propagandas convencionais, como também apresentou aumento de 24% na intenção de compra. Se a sua marca está inserida em algum evento, vídeo, filme, música, a quantidade de consumidores que irão ‘consumir’ esta campanha é exponencialmente maior, pois aqueles que já são fiéis a sua marca continuarão, mas os que não são também serão atingidos. Trata-se de uma experiência significativa quando o espectador vê uma marca específica em formato de entretenimento.

O Branded Content tornou-se uma ferramenta extremamente eficaz para os anunciantes, num mundo cada vez mais “instantâneo”. Os resultados de um Branded Content bem feito pode fazer maravilhas para a empresa anunciante, mas apenas se o conteúdo que está sendo produzido for excepcionalmente bem feito. O desafio para as marcas é que esse conteúdo conquiste seu público primeiramente pelo emocional, para que ele deseje o produto.
Chris Hackley, autor do livro “Branded Entertainment – Product Placement and Brand Strategy in the Entertainment Business” afirmou o seguinte:

“Os produtos já não são simplesmente ‘colocados’. Eles são transformados em conteúdo de entretenimento abrindo caminho para o possível estabelecimento de uma ligação emocional mais forte com o consumidor”.

Colocamos abaixo alguns exemplos:

O Boticário – Através da Fundação Boticário protege o patrimônio natural do nosso país.

A Red Bull diversifica suas ações, com a formação de equipes esportivas, como acrobacias aéreas, Mountain Bike urbanas, etc.

A Coca-Cola que fez uma sátira com o “Pode ser?” inserida no canal “Porta Dos Fundos”

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